RSS Twitter Contato

Minha Conta:

Esqueceu a senha?

Fora do script

Com atuação abaixo da média, Cruzeiro volta da Venezuela com empate por 2 a 2 com o Deportivo Itália, pior time do Grupo 7, resultado que pode complicar a classificação celeste

Estado de Minas

(0) Comentários | Comentar | Votação

Publicação:

12/03/2010 07:00

 

Atualização:

22/04/2010 10:10

O Cruzeiro não negou o que está registrado na história, a flagrante superioridade do futebol brasileiro diante do venezuelano, mas poderia ter sido bem diferente, com uma vitória tranquila. Não jogou um bom futebol e teve algumas dificuldades para empatar com o Deportivo Itália por 2 a 2, ontem à noite, no Estádio Olímpico de Caracas, pela terceira rodada do Grupo 7 da Copa Libertadores. Chegou aos quatro pontos em três jogos, ocupando a vice-liderança, mas, pelo percentual de aproveitamento (44%), dificilmente estaria classificado como um dos seis melhores segundos colocados. O Vélez lidera, com 6 pontos. No entender do técnico Adílson Batista, a decisão da chave será em 15 de abril, quando enfrentará o Colo Colo, em Santiago do Chile.

Agora, o Cruzeiro fará os dois próximos jogos da Libertadores em casa, enfrentando novamente o Deportivo Itália, no dia 24, e, uma semana depois, o Vélez Sarsfield. Conquistando os seis pontos, naturalmente ficará com boas possibilidades de seguir em busca do objetivo de chegar à final e conquistar o tri da Libertadores. Para se ter uma ideia das dificuldades, o atual campeão, Estudiantes de La Plata, que está no Grupo 3, também estaria fora da outra fase.

A ideia era voltar de capital venezuelana com os três pontos, mas o time não jogou: “São estas coisas que ocorrem no futebol para as quais a gente fica sem explicação. Tivemos chances e não as aproveitamos. Não jogamos bem”, afirmou o técnico.

SEM ALMA Já para os venezuelanos, o resultado foi motivo de satisfação. O principal é que o time marcou seus dois primeiros gols e somou o primeiro ponto. Não conseguiu quebrar um tabu (o Cruzeiro jamais perdeu, em 43 anos de Libertadores, para os venezuelanos), mas esteve próximo, pelas boas jogadas, principalmente pelo melhor futebol depois que levou o segundo gol. Foi à frente, empatou e poderia ter feito o terceiro. Para o Cruzeiro, sobraram as lamentações. Também não pôde usar uma de suas principais armas, o toque de bola, porque o gramado, muito pesado, não permitiu. A bola ficou muito rápida. O time teve péssimos momentos. Parecia sem alma. Algumas vezes crescia e não tomava conhecimento do adversário, só que não dava sequência. O resultado acabou sendo justo.

No primeiro tempo, Blanco fez 1 a 0 para o Deportivo Itália e, pouco depois, Kléber empatou. Na segunda etapa, Kléber aproveitou rebote do goleiro e fez o segundo gol, chegando ao nono na competição. O nº 1 do Cruzeiro é Palhinha, com 20 gols, nas campanhas de 1976 e 1977. Mas os venezuelanos, com garra, foram buscar o gol de empate, marcado por McIntosh depois de bom cruzamento de Blanco da direita. No fim, Kléber foi expulso. Não deve ser multado porque Adílson Batista achou que foi uma disputa de bola normal. Foi o quarto cartão vermelho do Cruzeiro em cinco jogos na Libertadores: os outros foram de Gilberto (2) e Gil. É preciso tomar cuidado.

Acompanhe o Cruzeiro na Libretadores 2010

Comentar notícia

Verificando informações

Esta matéria tem:

(0) comentário(s)

Não existem comentários ainda


compartilhe

Enquete

Qual deve ser a dupla de ataque titular do Cruzeiro?

Blogs e colunas

'INTIP - Inteligência em Internet'