Bruno Furtado - Portal Uai

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17/03/2010 21:49
22/04/2010 10:10
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| Roger teve a melhor chance de marcar para o Cruzeiro no primeiro tempo |
Fotos da torcida e do amistoso internacional, no Mineirão
O amistoso internacional entre Cruzeiro e África do Sul teve ares de Copa do Mundo, com banda de música, execução de hinos nacionais, colorido na arquibancada e troféu. Mas faltou o que o torcedor mais esperava ver nesta quarta-feira, no Mineirão: o gol. O empate por 0 a 0 acabou agradando ao time de Adílson Batista e à seleção visitante, dirigida por Carlos Alberto Parreira.
Com o resultado, os visitantes receberam um troféu simbólico.
O Cruzeiro usou o amistoso como treino, de olho nas partidas de sábado, contra o América-TO, pelo Campeonato Mineiro, e principalmente de quarta-feira, diante do Deportivo Itália, pelo Grupo 7 da Copa Libertadores.
Por sua vez, os Bafana Bafana saem motivados desse que foi o principal teste no Brasil durante a etapa de preparação para a Copa do Mundo. A seleção vinha de empate por 0 a 0 com o Volta Redonda-RJ, goleada por 8 a 0 sobre o Fluminense sub-20 e vitória por 2 a 0 sobre o Boavista-RJ. Os próximos desafios serão contra o Botafogo, dia 20, e o Paraguai, dia 31, em Assunção.
Cruzeiro melhor
De amistoso, o jogo não teve nada. O primeiro tempo foi recheado de faltas duras, principalmente por parte dos sul-africanos. Uma entrada violenta sobre Jonathan chegou a preocupar a comissão técnica celeste. No geral, o Cruzeiro teve o controle da partida, tomou a iniciativa e esteve mais perto do gol. Entre os Bafana Bafana, quem mais se destacou foi o goleiro Khune. Já o atacante Mbuyane perdeu a melhor oportunidade, em contra-golpe rápido.
Desde o começo, o Cruzeiro foi agressivo e envolveu a defesa adversária com muitas jogadas pelas laterais. Com o miolo de zaga sul-africano congestionado, Jonathan e Diego Renan trabalharam bastante e as principais oportunidades surgiram em cruzamentos ou em sobras da defesa. Pedro Ken, aos 23, e Wellington Paulista, aos 38, quase fizeram de cabeça. Ambos pararam no goleiro Khune.
A melhor chance do Cruzeiro foi desperdiçada por Roger, aos 28. Ele aproveitou o corte ruim da zaga no cruzamento de Wellington Paulista e bateu à queima-roupa. O goleiro Khune salvou outra vez.
A África do Sul foi tímida na primeira etapa, embora tenha mostrado alguma qualidade em seu meio-campo. A grande oportunidade se deu em contra-ataque, aos 15. Mbuyane foi lançado atrás dos zagueiros, invadiu a área, bateu rasteiro e Fábio evitou o gol.
Ritmo de treino e pouca emoção
O Cruzeiro voltou a campo com Bernardo e Fabinho nos lugares de Roger e Pedro Ken, respectivamente. Já o brasileiro Carlos Alberto Parreira trocou Mbuyane por Schalkwyk. O treinador Bafana Bafana aprovou o primeiro tempo de sua equipe e queixou-se apenas da falta de personalidade para atacar o Cruzeiro no Mineirão.
A etapa complementar teve ritmo mais lento, como um treino. Certamente os sul-africanos foram orientados a pegar leve nas faltas.
O Cruzeiro também tomou a iniciativa no começo do segundo tempo e Kléber quase abriu o placar em chute cruzado. O gol de abertura esteve ainda mais próximo aos dez, quando Bernardo cobrou falta da entrada da área e acertou o travessão. Khune só observou.
Na sequência, Adílson promoveu mais duas mudanças: Eliandro e Magalhães entraram nos lugares de Kléber e Diego Renan. Aos 18, Parreira colocou Jali e Letsholonyane nas vagas de Davids e Modise.
Bernardo voltou a levar perigo aos 21 minutos, em chute cruzado. O recém-promovido Jali respondeu aos 22, em batida de fora da área.
O jogo ficou ainda mais arrastado a partir dos 30 minutos. Os sul-africanos pareciam satisfeitos com o empate. O Cruzeiro teve maior posse de bola, mas foi pouco incisivo e o goleiro Khune agradeceu.
Curiosamente, Fábio só trabalhou no fim. Aos 47, ele defendeu uma cobrança de falta de Cale, no ângulo direito. Já aos 48, ele evitou a derrota em conclusão à queima-roupa, na última investida dos Bafana Bafana. (UAI)
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FICHA TÉCNICA | ||
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CRUZEIRO |
0 x 0 |
ÁFRICA DO SUL |
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Escalações | ||
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Fábio; Jonathan, Cláudio Caçapa, Leonardo Silva e Diego Renan (Magalhães); Henrique, Pedro Ken (Fabinho), Marquinhos Paraná (Marcos) e Roger (Bernardo); Kléber (Eliandro) e W. Paulista |
Khune; Khumalo, Siyabonga Sangweni, Mdledle e Gaxa; Lance Davids (Jali), Khuboni, Modise (Letsholonyane) e Mbuyane (Schalkwyk); Siphiwe Tshabalala (Cale) e Katlego Mphela | |
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Técnicos | ||
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Adílson Batista |
Carlos Alberto Parreira | |
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Gols | ||
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Cartões amarelos | ||
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Marquinhos Paraná Magalhães |
Khune Gaxa | |
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Público pagante: 13.496 / Presentes: 20.250 / Renda: R$ 168.990,10 Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Data e Horário: Dia 17, quarta-feira, às 21h50 Árbitro: Alício Pena Júnior (CBF/FMF) Auxiliares: Helbert C. Andrade (CBF) e Guilherme D. Camilo(CBF) Motivo: Amistoso Internacional | ||
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