postado em 09/07/2014 01:02
/ atualizado em 09/07/2014 01:10
Faixas de protesto na entrada da Granja Comary, em Teresóopolis, deixadas por torcedor revoltado
Paulo Galvão Enviado especial a Teresópolis (RJ)
A chuva e o frio na região serrana fluminense, na madrugada desta quarta-feira, desanimaram a maioria, mas não impediram que houvesse protesto em virtude da goleada por 7 a 1 sofrida pela Seleção Brasileira para a Alemanha, no Mineirão, em Belo Horizonte. Apesar do tempo ruim, gente como o cabelereiro Eduardo Marques, o Dudu, fez questão de ir à entrada do condomínio onde se localiza a Granja Comary e mostrar a indignação com o desempenho do Escrete Canarinho.
Ele levou duas tabuletas para expressar sua indignação. “Foi uma coisa muito triste, nem meu avô viu um vexame tão grande”, disse ele, lembrando que o fato de a derrota ter ocorrido no Mundial sediado pelo Brasil só piora as coisas. “O problema não é perder, mas, sim, o fato de o time não ter alma.”
Marques foi um dos poucos a se fazer presente no CT da CBF. E nem demorou muito. Logo se retirou do local, que tinha mais jornalistas que torcedores. Ele nem viu o ônibus da delegação verde-amarela chegar.
Na tarde desta quarta-feira, quem não começou jogando contra a Alemanha vai trabalhar no campo. Já os titulares farão treino regenerativo.
A CBF ainda não divulgou se viajará na quinta ou na sexta a Brasília, onde disputa o terceiro lugar, sábado. O adversário sairá do confronto entre Argentina e Holanda, marcado para esta quarta-feira, às 17h, em São Paulo.
Choro, tristeza e espanto dos brasileiros no Mineirão