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Luan diz que jamais vestiria a camisa do Cruzeiro e afirma não ter amigos no rival: 'Não pretendo ter'

Jogador do Atlético ressalta respeito pelo torcedor alvinegro

postado em 14/06/2019 17:25 / atualizado em 14/06/2019 17:40

<i>(Foto: Bruno Cantini/Atlético)</i>

O meia-atacante Luan é um dos grandes ídolos do Atlético nos últimos anos. Além de conquistar títulos importantes nesta década, o jogador se destaca pela raça em campo. Desta forma, ganhou o apoio incondicional dos torcedores. Por isso, ele não cogita por dinheiro algum no mundo vestir a camisa do arquirrival Cruzeiro.

Em entrevista ao programa Alê Oliveira Responde, no Youtube, o meia-atacante do Atlético falou sobre sua relação com a torcida alvinegra e disse que jogaria em qualquer clube do mundo, exceto no Cruzeiro. 

“Jamais. É rival para sempre. Tenho história no Galo. Dinheiro não compra minha honestidade. Jamais jogaria, pela história que eu fiz no Galo e por toda identificação que tenho com o torcedor. Vi alguns jogadores fazer isso e não acho legal. Graças a Deus fui abençoado bem para poder ter um padrão de vida legal e não ter que fazer esse tipo de coisa com o torcedor que sempre me apoiou e tem muito carinho por mim. Em qualquer outro clube, menos no Cruzeiro”, disse.

O jogador foi questionado sobre ter amizade com jogadores do Cruzeiro. Luan descartou a possibilidade, mas diz que admira Fred, que foi seu companheiro entre 2016 e 2017 no Atlético.

“Não tenho amigo lá e não pretendo ter. Eu sou um cara muito fechado, difícil fazer amizades. Mas tenho admiração. Tenho admiração pelo Fred, que sempre me tratou bem quando jogamos juntos. Ele me trata bem quando a gente joga contra”.

Entrevista polêmica


Após o título da Copa do Brasil em 2014, Luan afirmou, ainda no gramado do Mineirão, que o Cruzeiro treme quando enfrenta o Atlético. Até hoje o meia-atacante recebe provocações dos rivais quando o Galo perde jogos para a equipe celeste. 

Luan explicou que a explosão só aconteceu por causa de um torcedor celeste. “Eu estava com tanta raiva desses caras. No dia do nascimento da minha filha, teve um engraçadinho com camisa do rival que soltou uma bomba em frente da minha casa, dentro de um condomínio. Eu estava em casa e saí correndo atrás dele de calão. Disse que se a gente fosse campeão eu iria soltar o verbo. E soltei. Ficou marcado. Foi essa raiva, o cara soltou uma bomba de madrugada. Eu dei uma xingada no porteiro. Depois mudei de condomínio, não dava mais, não tinha segurança. Aí surgiu a frase. Os caras zoam quando ganham, faz parte do futebol. Zoação saudável, mas tem jogador boleirão demais, que não sabem zoar e passam do limite, são agressivos. Eu soltei essa frase. Até hoje eles me zoam quando a gente perde para eles”.

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