“A posição de largada é sempre importante, mas aqui em Indianápolis não é determinante. É uma corrida muito longa, com vários pit stops e bandeiras amarelas. Com uma boa estratégia e um pouco de sorte, além, claro, de um bom carro, você pode ir muito para a frente”, analisa Bia, mantendo o otimismo apesar de largar na parte de trás do grid.
Sem poder utilizar motores Chevrolet, já que não completou três das quatro primeiras provas da temporada e não atingiu a milhagem que permite realizar a troca de fornecedor, Bia revela que irá receber um novo motor da Honda para este final de semana.
“Trabalhamos muito a estabilidade do carro durante os treinos, e para a corrida eu terei um motor novo, que deve nos dar um ganho em velocidade. Agora é ser rápido também para pensar numa estratégia e principalmente alterá-la de acordo com as variáveis da corrida, conclui.
Atualmente, as equipes da Fórmula Indy trabalham com dois fornecedores de motores, Honda e Chevrolet. Os dez primeiros carros do grid em Indianápolis utilizam motores da Chevrolet. Esta será a 97ª edição das 500 Milhas, prova realizada desde 1911.