Na semana passada, o jornal Folha de SPaulo noticiou que o Banco do Brasil decidiu não renovar seu patrocínio à Sauber, de cerca de R$ 50 milhões ao ano, que ajuda a garantir um carro para que o piloto, seu patrocinado, esteja na Fórmula 1Sem o aporte estatal, as chances do brasileiro se restringem ao seu poderio esportivo.
Essa parece não ser, entretanto, a maior preocupação da SauberA equipe ganhou só dois pontos no Mundial até agora, ambos com Felipe Nasr, o nono colocado no GP do Brasil, no fim de semana retrasadoEricsson não pontuou até agora.
E, na briga contra a última posição no Mundial de Construtores contra a Manor, esses dois pontos de Felipe significam cerca de US$ 30 milhões (cerca de R$ 101 milhões) em prêmios.
Para o brasileiro, de qualquer forma, só resta a possibilidade de andar num carro de fim de grid no ano que vemQuase todos os cockpits já têm dono, faltando apenas a definição do segundo piloto da Sauber e dos dois titulares da Manor, equipe que mais depende dos patrocínios que os corredores carregam, como o caso de Nars e o Banco do Brasil.
Dos pilotos que correrem a temporada 2016, estão sem carro o alemão Pascal Wehrlein, o indonésio Rio Haryanto (ambos da Manor) e Esteban Gutiérrez, mexicano que perdeu sua vaga na Haas para o dinamarquês Kevin Magnussen.