SELEÇÃO BRASILEIRA

Retorno de Dunga pode ser oficializado já nesta segunda-feira pelo comando da CBF

Treinador trabalhará em sintonia com Alexandre Gallo, comandante do time olímpico

postado em 20/07/2014 19:07 / atualizado em 20/07/2014 21:38

João de Andrade Neto /Superesportes

Márcia Feitosa/VIPCOMM
O técnico Dunga pode ser oficializado como novo comandante da seleção brasileira já nesta segunda-feira, um dia antes da entrevista coletiva marcada pela Confederação Brasileira de Futebol para anunciar o retorno do treinador. De acordo com uma fonte ligada à CBF, o acerto com o técnico está “99%” fechado, restando apenas detalhes do acordo financeiro e sobre a linha de trabalho com o coordenador das seleções de base, Alexandre Gallo (ex-Náutico e Sport), que comandará o time olímpico do Brasil nos Jogos do Rio de 2016. Além disso, com o volume de notícias dando como certo a contratação, a CBF não teria mais porque adiar a confirmação.

O retorno do treinador, que comandou o Brasil em 60 partidas entre 2006 e 2010 (com 42 vitórias, 12 empates e apenas seis derrotas) vem sendo costurado desde a quinta-feira, quando o ex-goleiro Gilmar Rinaldi, campeão mundial com Dunga em 1994 nos Estados Unidos, foi anunciado como novo coordenador da seleção brasileira. Por sinal, o nome é uma aposta quase que exclusiva de Rinaldi, já que outros dois profissionais vinham sendo especulados pelos dirigentes da CBF: Tite e Muricy Ramalho.

Após ser demitido da seleção brasileira, após a eliminação nas quartas de final da Copa da África do Sul, em 2010, Dunga comandou o Internacional em 53 partidas (26 vitórias, 18 empates e 9 derrotas, aproveitamento de quase 60%) entre janeiro e outubro de 2013, quando foi demitido após derrota para o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro. No Colorado, ganhou um título gaúcho.

Antes de acertar o seu retorno para comandar o Brasil, Dunga havia deixado tudo fechado para comandar um projeto com a seleção da Venezuela visando a classificação para a Copa da Rússia, em 2018. No entanto, nos últimos dias, com o convite da CBF, não embarcou para Caracas, onde era esperado, e não retornou as ligações dos dirigentes venezuelanos.