Para o atacante Alessandro, a equipe precisa evitar o famoso “oba-oba” antes do confronto e filtrar os elogios recebidos nos últimos dias. O atacante afirma que seus companheiros não podem entrar em campo de cabeça baixa ante o rival, mas também precisam manter a humildade.
“Está todo mundo focado. Sabemos da importância desses jogos e de trazer um título nesse ano tão importante. Tem que trabalhar com humildade para conseguir vencer o Atlético. O América está vivendo um bom momento. No ano passado, caímos para a Série B, mas o clube conseguiu formar um elenco de qualidade nesta temporada. Temos que ter os pés no chão, porque se o título não vier as críticas vão aparecer. Givanildo Oliveira tem mostrado para a gente que não pode ter 'oba-oba'. Humildes, mas sem cabeça baixa”, ponderou.
Nos dois clássicos, a torcida do Galo será maior. Ao todo, foram disponibilizados 7.800 ingressos para os americanos. 13.000 são dos torcedores do Atlético. “Todo mundo sabe da força do Atlético em Belo Horizonte. A torcida empurra o time. Eles têm a vantagem de jogar pelo empate. Vamos ter chances de gols para os dois lados. É só ter o máximo de concentração para inverter a vantagem como fizemos com o Cruzeiro”, disse Alessandro.
Acostumado com a rivalidade em Belo Horizonte, o atacante promete tranquilizar os atletas mais jovens e mostrar que eles podem ser decisivos. Em 2001, Alessandro tinha apenas 19 anos e marcou o gol do América no confronto de volta, que garantiu o título ao Coelho. “O grupo é idêntico ao de 2001. São jogadores jovens e acho que os que estão subindo agora tem que ter o pensamento de decidir como eu decidi em 2001. Cabe a cada um fazer sua parte. A oportunidade aparece para todo mundo, o importante é elevar o nome do América com um título”, completou.