“Neste momento está um pouco de incerteza para todos, mas seja quem entrar, eu, Gilberto ou Toró, vai procurar dar o melhor. Não é fácil ir para o jogo com incerteza, porque não estará concentrado e sabendo o que poderá vir, mas quem for escolhido tem de dar o melhor.”
Dudu Cearense ressaltou que ficar sabendo se vai jogar com antecedência ajuda na concentração do atleta. “Eu prefiro ficar sabendo se vou jogar ou não, antes. Eu acabo pensando no jogo antes de ir dormir, acordo concentrando, olhando os jogos do Fluminense, vendo quem poderá jogar no meio de campo e é como se fosse uma prova. Você estuda o adversário e a si mesmo, vendo o que poderá fazer, o que não pode fazer e isso é melhor para a equipe e para o jogador.”
Nos últimos dois jogos do Atlético, diante do Vasco e Santos, Dudu Cearense foi relacionado para os jogos, mas foi cortado e sequer ficou no banco de reservas. O volante admitiu que a situação o incomoda.
“Qual jogador gosta de ficar fora de uma relação? Meu trabalho é jogar futebol. Eu não gosto de ficar na tribuna. Eu seria hipócrita se dissesse que gosto de ficar lá. Jamais! Estou muito desconfortável quanto a isso, mas respeito o Dorival, meus companheiros, dar força a quem está jogando, não desanimar, torcer, porque quem está fora pode ficar dentro e vice-versa. Não posso jamais criar desconfiança do treinador, energia ruim para a equipe, mas respeitando todos. Mas nunca vou gostar de ficar fora.”