“Eu estou trabalhando bastante. Bola cara a cara, quanto mais esperar, mais dificulta para o atacante do outro time. O trabalho está sendo bem feito e vamos conseguir coisa grande nesse ano”, disse, em entrevista à Rádio Itatiaia.
História no Atlético
Em pouco tempo de Atlético, o goleiro Renan Ribeiro viveu momentos de amor e ódio com o torcedor alvinegro. O primeiro capítulo da história do arqueiro começou na 'era do técnico Vanderlei Luxemburgo', que insistiu com outros goleiros, como Fábio Costa, Aranha, Carini e Marcelo. A teimosia de Luxemburgo e a falta de resultados fizeram com que ele fosse criticado pela atuação inconstante dos atletas, sem dar chance para Renan.
Após a saída de Vanderlei e a chegada de Dorival Júnior, a trajetória do goleiro mudou na temporada 2010. Destaque na reta final daquele Brasileiro, ele foi ovacionado pelas atuações decisivas que ajudaram a Galo escapar do rebaixamento.
O fim promissor do jogador no Nacional'2010 deu esperanças ao torcedor atleticano, que cobrava um goleiro de 'confiança', desde a saída de Diego Alves. Mas a continuidade não veio no ano seguinte e as falhas resultaram em vaias e pedidos da torcida para a contratação de outro goleiro.
Além das críticas em campo, Renan teve que conviver com outro drama no ano passado. A morte de sua irmã, Bianca Ribeiro, de 15 anos, vítima de câncer. Com apenas um gol sofrido no Mineiro'2012, o goleiro tem a confiança do técnico Cuca, atual comandante do Galo, para dar a volta por cima.
“Se a gente tiver um outro goleiro que seja melhor que o nosso, que seja uma aprovação quase unânime, ótimo. Agora, se não tiver a gente tem que dar sequência ao que a gente tem e ter a confiança nele”, comentou o treinador.