Atlético
None

Após 'milagre', Renan Ribeiro acredita no trabalho realizado pelo Atlético

Goleiro viveu altos e baixos desde que estreou pelo profissional do Alvinegro

postado em 11/02/2012 20:14 / atualizado em 11/02/2012 20:20

Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Uma defesa 'milagrosa' na vitória do Atlético, por 2 a 0, sobre a Caldense, parece ter recuperado a autoestima de Renan Ribeiro. Na oportunidade, o Galo vencia pelo placar mínimo, e o atacante da Veterena, Luizinho, entrou sozinho na grande área, mas esbarrou no arqueiro atleticano.

“Eu estou trabalhando bastante. Bola cara a cara, quanto mais esperar, mais dificulta para o atacante do outro time. O trabalho está sendo bem feito e vamos conseguir coisa grande nesse ano”, disse, em entrevista à Rádio Itatiaia.

História no Atlético

Em pouco tempo de Atlético, o goleiro Renan Ribeiro viveu momentos de amor e ódio com o torcedor alvinegro. O primeiro capítulo da história do arqueiro começou na 'era do técnico Vanderlei Luxemburgo', que insistiu com outros goleiros, como Fábio Costa, Aranha, Carini e Marcelo. A teimosia de Luxemburgo e a falta de resultados fizeram com que ele fosse criticado pela atuação inconstante dos atletas, sem dar chance para Renan.

Após a saída de Vanderlei e a chegada de Dorival Júnior, a trajetória do goleiro mudou na temporada 2010. Destaque na reta final daquele Brasileiro, ele foi ovacionado pelas atuações decisivas que ajudaram a Galo escapar do rebaixamento.

O fim promissor do jogador no Nacional'2010 deu esperanças ao torcedor atleticano, que cobrava um goleiro de 'confiança', desde a saída de Diego Alves. Mas a continuidade não veio no ano seguinte e as falhas resultaram em vaias e pedidos da torcida para a contratação de outro goleiro.

Além das críticas em campo, Renan teve que conviver com outro drama no ano passado. A morte de sua irmã, Bianca Ribeiro, de 15 anos, vítima de câncer. Com apenas um gol sofrido no Mineiro'2012, o goleiro tem a confiança do técnico Cuca, atual comandante do Galo, para dar a volta por cima.

“Se a gente tiver um outro goleiro que seja melhor que o nosso, que seja uma aprovação quase unânime, ótimo. Agora, se não tiver a gente tem que dar sequência ao que a gente tem e ter a confiança nele”, comentou o treinador.