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Atleticanos minimizam dificuldades de atuar em grama sintética no México

Galo encara o Tijuana nas quartas de final da Copa Libertadores

Thiago Madureira

Na fase de grupos, Corinthians foi derrotado pelo Tijuana por 1 a 0 no estádio Caliente
O bom futebol do Atlético na Copa Libertadores encontrará um dificultador a mais na próxima partida da competição, no México. Diante do Tijuana, pelas quartas de final, o time alvinegro, além de superar a boa equipe do técnico El “Turco” Mohamed, terá que se adaptar ao gramado sintético do Estádio Caliente.


Os jogadores do Atlético, porém, minimizaram o fato de atuar em outro tipo de piso. Convocado para a defender a Seleção Brasileira na Copa das Confederações, o meia Bernard comentou sobre a longa viagem até Tijuana e frisou a necessidade de conhecer o estádio mexicano.

"A gente está sabendo, procurando ver o melhor em relação a viagem, descanso, treinamentos. A gente sabe que é campo sintético, vamos precisar treinar, é um campo grande. A equipe deles é jovem no México, tem pouco tempo que está na primeira divisão, mas é uma equipe de respeito, está fazendo campanha boa na Libertadores. Independente de ser longe ou perto, grama sintética ou não, vamos buscar a vitória", disse.

O craque Ronaldinho Gaúcho é um dos poucos que tiveram experiência neste tipo de gramado. “Já tive experiência, pelo Barcelona. E também de estar sempre jogando pelada de final de ano em grama sintética. Muda bastante”, disse.

No estádio Caliente, o Tijuana está invicto: venceu três e empatou uma partida.