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Invicta com a Seleção, Pia reencontra China na decisão de torneio internacional

Técnica do Brasil foi assistente da Seleção Chinesa

postado em 09/11/2019 13:47 / atualizado em 09/11/2019 15:19

(Foto: Daniela Porcelli/CBF)
O duelo entre China e Brasil, neste domingo, às 8h35, na final do Torneio Internacional de Chongqing, vai marcar o reencontro da técnica Pia Sundhage, atual comandante da Seleção Brasileira, com o time no qual atuou há doze anos como assistente.

De lá pra cá, Pia esteve no comando de três seleções (Estados Unidos, Suécia e Suécia Sub-17), participou de três finais olímpicas (2008, 2012, 2016) e uma decisão de Copa do Mundo (2011). Seu próximo desafio é comandar o Brasil na disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

No comando da seleção brasileira, Pia segue invicta, são cinco jogos com quatro vitórias e um empate. "Todo jogo ensina e eu estou muito feliz por nós termos jogado contra o Canadá (vitória por 4 a 0). É um estilo de jogo bem diferente do que iremos enfrentar contra a China. Estamos jogando contra equipes de diferentes culturas e treinadores. Isso é o que precisamos antes dos Jogos Olímpicos. Precisamos nos preparar para todos os tipos de cenário. Esse torneio é muito bom para nós."

Para chegar à final, a China venceu a Nova Zelândia por 2 a 0. "Nós assistimos ao jogo China x Nova Zelândia, e elas são muito técnicas e organizadas. O que é diferente de alguns times anteriores da Seleção Chinesa é a presença de jogadoras com muita velocidade. Eu estou muito empolgada para esse jogo, será um duelo de dois times muito técnicos", disse Pia.

A treinadora sempre destaca a alegria do grupo brasileiro. Para ela, esse é um importante elemento na essência do time, mas reforça, não é apenas isso. "Primeiramente, elas são jogadoras muito animadas. Elas riem muito, estão sempre felizes e, também, estão sempre bem. A gente vê sempre bons gols. Mas não é apenas isso, nós estamos tendo a chance de realizar muitos trabalhos táticos. Eu preciso ter tempo para prepará-las, e elas precisam de tempo para absorver esses esquemas táticos. E isso é fantástico. Temos tempo suficiente para planejarmos o nosso estilo para os Jogos Olímpicos."

 

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