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Hora de crescer e aparecer

Jovem trio mineiro é relacionado por Bernardinho para a primeira rodada da Liga Mundial e ganha chance de mostrar que tem condição de estar na lista para os Jogos de Londres

postado em 15/05/2012 08:58 / atualizado em 15/05/2012 11:29

CBV/Divulgacao
Ainda sem poder contar com o oposto Leandro Vissotto e os ponteiros Giba e Murilo, o técnico Bernardinho prepara a Seleção Brasileira Masculina de Vôlei para enfrentar a Polônia na sexta-feira, no Ricoh Coliseum, em Toronto, no Canadá. A ausência dos experientes jogadores abre chance para três representantes de equipes mineiras: Lucarelli, do Minas, e os campeões da Superliga Wallace e Maurício, do Cruzeiro. A Liga Mundial marca efetivamente o início da preparação para os Jogos Olímpicos de Londres, quando o Brasil tentará o tricampeonato.

Para os três, é o momento de agarrar a oportunidade, mesmo sabendo que não serão titulares. Wallace, que antes da conquista do título brasileiro estava incrédulo, pode repetir a história dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara’2011, quando iniciou na reserva e acabou titular absoluto e um dos protagonistas na conquista da medalha de ouro.

Quando o Brasil embarcou para o México, o titular era o xará do cruzeirense, Wallace Souza, do Sesi. Bernardinho queria testar os dois, mas nos treinos, o jogador da equipe mineira se destacou mais e ganhou a posição.


Pesa a favor de Wallace, de 24 anos, o fato de ser o que se chama de novidade no circuito, pois os adversários ainda não sabem como é o seu estilo, o que torna difícil marcá-lo, ainda mais sendo ele um jogador que, além de saltar muito, tem repertório vasto, algo que Bernardinho ainda busca para a Seleção.

O também cruzeirense Maurício, de 22, foi outro destaque no Pan de Guadalajara. Como Wallace, chegou reserva e se tornou titular durante a competição. É um jogador que sonha alto e que tem como meta maior disputar uma Olimpíada. “Sei que é difícil, mas quero criar o que se chama de dor de cabeça boa no Bernardinho, mostrar a ele que pode confiar em mim e assim, se achar que tenho condições de ir a Londres, que eu seja um dos escolhidos.”

Aos 20 anos, Lucarelli é uma das maiores promessas do vôlei brasileiro. Estava convocado para ir ao México, mas foi cortado por causa de uma lesão na virilha. O ponteiro do Minas é uma das esperanças para a Olimpíada de 2016, mas já se sente pronto para compor o grupo que estará Londres. “Sei que é muito difícil, pois há jogadores muito mais experientes do que eu. Mas se estou no grupo é para brigar pelo meu espaço, sem prejudicar ninguém. Quero mostrar que tenho condições.”

O técnico Bernardinho lamenta os desfalques mas deixa a porta aberta para todos que lutam por um lugar na lista final para os Jogos de Londres. Ele entende que, mesmo com as baixas, o Brasil entra forte para a Liga Mundial: “Temos três adversários que certamente vão nos testar muito e serão boas oportunidades para avaliarmos a equipe. Trabalhamos com qualidade e temos um caminho a ser percorrido. A fase final da Liga Mundial é o nosso objetivo neste momento”.

Ainda sem poder contar com o oposto Leandro Vissotto e os ponteiros Giba e Murilo, o técnico Bernardinho prepara a Seleção Brasileira Masculina de Vôlei para enfrentar a Polônia na sexta-feira, no Ricoh Coliseum, em Toronto, no Canadá. A ausência dos experientes jogadores abre chance para três representantes de equipes mineiras: Lucarelli, do Minas, e os campeões da Superliga Wallace e Maurício, do Cruzeiro. A Liga Mundial marca efetivamente o início da preparação para os Jogos Olímpicos de Londres, quando o Brasil tentará o tricampeonato.

Para os três, é o momento de agarrar a oportunidade, mesmo sabendo que não serão titulares. Wallace, que antes da conquista do título brasileiro estava incrédulo, pode repetir a história dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara’2011, quando iniciou na reserva e acabou titular absoluto e um dos protagonistas na conquista da medalha de ouro.

Quando o Brasil embarcou para o México, o titular era o xará do cruzeirense, Wallace Souza, do Sesi. Bernardinho queria testar os dois, mas nos treinos, o jogador da equipe mineira se destacou mais e ganhou a posição.


Pesa a favor de Wallace, de 24 anos, o fato de ser o que se chama de novidade no circuito, pois os adversários ainda não sabem como é o seu estilo, o que torna difícil marcá-lo, ainda mais sendo ele um jogador que, além de saltar muito, tem repertório vasto, algo que Bernardinho ainda busca para a Seleção.

O também cruzeirense Maurício, de 22, foi outro destaque no Pan de Guadalajara. Como Wallace, chegou reserva e se tornou titular durante a competição. É um jogador que sonha alto e que tem como meta maior disputar uma Olimpíada. “Sei que é difícil, mas quero criar o que se chama de dor de cabeça boa no Bernardinho, mostrar a ele que pode confiar em mim e assim, se achar que tenho condições de ir a Londres, que eu seja um dos escolhidos.”

Aos 20 anos, Lucarelli é uma das maiores promessas do vôlei brasileiro. Estava convocado para ir ao México, mas foi cortado por causa de uma lesão na virilha. O ponteiro do Minas é uma das esperanças para a Olimpíada de 2016, mas já se sente pronto para compor o grupo que estará Londres. “Sei que é muito difícil, pois há jogadores muito mais experientes do que eu. Mas se estou no grupo é para brigar pelo meu espaço, sem prejudicar ninguém. Quero mostrar que tenho condições.”

O técnico Bernardinho lamenta os desfalques mas deixa a porta aberta para todos que lutam por um lugar na lista final para os Jogos de Londres. Ele entende que, mesmo com as baixas, o Brasil entra forte para a Liga Mundial: “Temos três adversários que certamente vão nos testar muito e serão boas oportunidades para avaliarmos a equipe. Trabalhamos com qualidade e temos um caminho a ser percorrido. A fase final da Liga Mundial é o nosso objetivo neste momento”.

FÓRMULA NOVA A Liga Mundial teve seu formato modificado. Até o ano passado, cada seleção enfrentava os três adversários de seu grupo, em casa e como visitante. Agora, continuam as chaves de quatro seleções, mas elas se enfrentam em turno único, todos contra todos, cada vez numa sede diferente.

O Brasil está no Grupo B, sediado em Toronto. Depois da Polônia, enfrentará Canadá e Finlândia. A segunda rodada será em Katowice, na Polônia, de 1º a 3 de junho; a terceira, em São Bernardo do Campo, de 8 a 10 de junho, e a quarta, em Tampere, Finlândia, de 15 a 17 de junho. A fase final da Liga Mundial será em Sófia, Bulgária, de 4 a 8 de julho.

A Liga Mundial teve seu formato modificado. Até o ano passado, cada seleção enfrentava os três adversários de seu grupo, em casa e como visitante. Agora, continuam as chaves de quatro seleções, mas elas se enfrentam em turno único, todos contra todos, cada vez numa sede diferente.

O Brasil está no Grupo B, sediado em Toronto. Depois da Polônia, enfrentará Canadá e Finlândia. A segunda rodada será em Katowice, na Polônia, de 1º a 3 de junho; a terceira, em São Bernardo do Campo, de 8 a 10 de junho, e a quarta, em Tampere, Finlândia, de 15 a 17 de junho. A fase final da Liga Mundial será em Sófia, Bulgária, de 4 a 8 de julho.