Conselheiros chegavam para votar e tinham que passar por corredor formado por torcedores furiosos e que exigiram a venda da SAF a Ronaldo (Foto: João Victor Pena/EM/D.APress)


As horas que antecederam a votação no Barro Preto, para autorização de venda de 90% das ações da Sociedade Anônima do Futebol do Cruzeiro a Ronaldo, foram de muita tensão. Os conselheiros que chegavam para a Reunião Extraordinária no Parque Esportivo foram intimidados, hostilizados e ameaçados por torcedores do clube e integrantes de organizadas que exigiam a aprovação da proposta do Fenômeno.



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Cada conselheiro que chegada ao Barro Preto precisava passar por um corredor de torcedores irados e furiosos. No trajeto, os integrantes do Conselho Deliberativo eram empurrados e sofriam ameaças.

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O clima ficou ainda mais hostil quando o Superesportes informou, em primeira mão, que uma liminar expedida pelo juiz Bruno Teixeira Lino anulou a votação. O pedido partiu dos conselheiros do clube Antônio Carlos Cruvinel e José Eustáquio Lucas Pereira. Ambos são desembargadores.

A partir daí, o departamento jurídico do Cruzeiro passou a trabalhar para derrubar a liminar e dar início à votação no Parque Esportivo do Barro Preto.

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