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CRUZEIRO

Fechado com o Cruzeiro, Cáceres aguarda permissão para poder entrar no Brasil

Lateral é aguardado ainda nesta semana na capital mineira

Redação
Sem muito brilho, lateral já atuou pelo Vasco - Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco
O lateral-direito Raúl Cáceres, de 28 anos, espera autorização para poder entrar no Brasil. Assim que for permitido, ele embarcará para Belo Horizonte, onde fará exames e assinará contrato com o Cruzeiro até o fim de 2022. O jogador está em Assunção, sua cidade natal, ao lado do empresário Regis Marques, que explicou a situação no Twitter.



"Estou aguardando a permissão para que eu e Raúl Cáceres viajemos a Belo Horizonte. Permissão da chancelaria para que Raúl viaje e eu de minha filha Rayssa", disse Regis.

O agente do lateral Cáceres disse que o atleta possui visto de trabalho no Brasil e, por isso, não terá problemas para entrar no país neste momento. O jogador é esperado nesta terça-feira em Belo Horizonte. Eles estão na capital do Paraguai e seguirão de carro até Foz do Iguaçu, no Paraná, onde embarcarão para BH.

Cáceres estava no Cerro Porteño, clube de seu país, e teve passagem pelo Vasco, em 2019, quando entrou em campo 29 vezes - 16 no Campeonato Carioca, três na Copa do Brasil e sete no Brasileiro. Também vestiu as camisas de Sol de América, Sportivo Carapeguá e Olimpia.

Restrição à entrada de estrangeiros


Se não tivesse visto de trabalho, Cáceres teria dificuldade de entrar no Brasil por restrições impostas pelo governo federal. A administração Bolsonaro prorrogou no sábado (20/06) por mais 15 dias a restrição excepcional e temporária de entrada no país, em razão do agravamento da pandemia do novo Coronavírus.



Com a prorrogação, ficam mantidas por 15 dias as restrições impostas pela Portaria nº 255, de 22 de maio de 2020. Elas não se aplicam apenas a alguns casos excepcionais, como por exemplo, a brasileiros (natos ou naturalizados); imigrantes com residência de caráter definitivo, por prazo determinado ou indeterminado, no território brasileiro; e profissionais estrangeiros em missão a serviço de organismo internacional ou acreditados junto ao governo brasileiro. As fronteiras brasileiras também continuam abertas para o transporte de cargas e ações humanitárias.