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TESTE

Funcionária demitida do Co-Rio envia carta para Carlos Arthur Nuzman

Segundo a ex-funcionária, os dados para acesso ao sistema foram fornecidos pelo próprio Locog

postado em 04/07/2016 07:00 / atualizado em 09/10/2019 20:51

<i>(Foto: Credito)</i>
O escândalo do download ilegal de documentos confidenciais do Comitê Organizador das Olimpíadas de Londres (Locog) por parte de alguns funcionários do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (Co-Rio) continua a ter seus desdobramentos. Nessa terça-feira, uma carta enviada por Renata Santiago, uma das empregadas do órgão, para Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), foi divulgada pelo blog do jornalista Juca Kfouri, no Uol.
 

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Na correspondência, a funcionária demonstra insatisfação com seu desligamento da entidade, depois de “12 anos de serviços prestados” e alega que acessou o sistema do Locog mediante ordens superiores, não tendo se apropriado de qualquer tipo de informação confidencial.

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Na correspondência, a funcionária demonstra insatisfação com seu desligamento da entidade, depois de “12 anos de serviços prestados” e alega que acessou o sistema do Locog mediante ordens superiores, não tendo se apropriado de qualquer tipo de informação confidencial.
 

 
...divulgou a lista de demitidos, mas confirmou que Renata Santiago é um deles. Mesmo assim, a entidade ressaltou que não haverá justa causa, já que os ex-funcionários não agiram por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assina... 

...divulgou a lista de demitidos, mas confirmou que Renata Santiago é um deles. Mesmo assim, a entidade ressaltou que não haverá justa causa, já que os ex-funcionários não agiram por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assina...

...divulgou a lista de demitidos, mas confirmou que Renata Santiago é um deles. Mesmo assim, a entidade ressaltou que não haverá justa causa, já que os ex-funcionários não agiram por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assina...

...divulgou a lista de demitidos, mas confirmou que Renata Santiago é um deles. Mesmo assim, a entidade ressaltou que não haverá justa causa, já que os ex-funcionários não agiram por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assina...
 
  • divulgou a lista de demitidos,
  • mas confirmou que Renata Santiago
  • é um deles. Mesmo assim, a entidade
  • ressaltou que não haverá justa causa,
  • já que os ex-funcionários não agiram
  • por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assina...

  1. divulgou a lista de demitidos,
  2. mas confirmou que Renata Santiago
  3. é um deles. Mesmo assim, a entidade
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  5. já que os ex-funcionários não agiram
  6. por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assina... 

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...divulgou a lista de demitidos, mas confirmou que Renata Santiago é um deles. Mesmo assim, a entidade ressaltou que não haverá justa causa, já que os ex-funcionários não agiram por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assina...
 
<i>(Foto: Credito)</i>
“Na terça-feira, dia 18 de setembro, fui chamada para assinar minha carta de demissão, e a explicação que me deram foi que a ordem veio de cima, de nosso presidente, para demitirem a todos os secondees (funcionários temporários) pela acusação de violação de informações confidenciais e comerciais por parte do Locog. Eu era uma das secondees, trabalhei em Londres desde o dia 11 de junho até o dia 15 de agosto no Centro de Serviços aos CONs, na Vila Olímpica. Ao longo das primeiras semanas, fui instruída a acessar o sistema do Locog para estudar alguns documentos necessários para a realização do meu trabalho lá em Londres”, diz Renata, em trecho da carta.

Segundo a ex-funcionária, os dados para acesso ao sistema foram fornecidos pelo próprio Locog. “Todas as informações (arquivos eletrônicos, documentos impressos, fotos) reunidas e trazidas ao Rio'2016 por mim, ratifico, não eram confidenciais e muito menos comerciais e foram fruto de um trabalho árduo visando uma melhor organização para os nossos Jogos, sem nenhuma pretensão diferente desta”, destacou.
 
 
 
   
    

O Co-Rio não divulgou a lista de demitidos, mas confirmou que Renata Santiago é um deles. Mesmo assim, a entidade ressaltou que não haverá justa causa, já que os ex-funcionários não agiram por ‘má-fé’. “Todos os funcionários assinaram um contrato em que se comprometiam a não copiar ou se apoderar de informações a que eles teriam acesso sem autorização. Nunca achamos que essas pessoas fizeram isso por má-fé, ou para obter qualquer tipo de benefício além de aprimorar o seu trabalho. Mas cometeram um erro. Elas não foram demitidas por justa causa. Não é objetivo do Comitê colocar o nome dessas pessoas para execração pública”, esclareceu a assessoria do órgão.