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Sette Câmara quer balanços trimestrais no Atlético e cogita atraso na aprovação das contas de 2019 por causa do coronavírus

Presidente do Galo disse que não há, neste momento, condições para reunião do Conselho Deliberativo votar o balanço do ano passado

Redação
Sette Câmara defende balanço trimestral no Atlético - Foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A. Press

O presidente do Atlético, Sérgio Sette Câmara, disse que pretende adotar o balanço trimestral no clube. Essa medida contribuiria com o processo de transparência das contas do Galo.



"A ideia é de ter para esse primeiro trimestre. O Atlético nunca teve esse balanço trimestral e estamos próximos disso. Se não conseguir para esse primeiro trimestre, tenho certeza que vamos conseguir para o segundo trimestre", destacou.

Contas de 2019


Por causa do coronavírus, Sette Câmara cogita atrasar a aprovação das contas da temporada 2019. Segundo ele, não haverá condições para o Conselho Deliberativo do clube votar o balaço, tendo em vista a pandemia da Covid-19 e a impossibilidade de reuniões.

Nos termos do art. 1.078 da Lei Federal 10.406/02 (Lei do Código Civil), o prazo para apresentação, formalização e registro do balanço é até o quarto mês seguinte ao término do exercício, ou seja, até o final de abril.



"Temos uma prestação de contas, que tem datas. Vou conversar depois com o Lásaro, o Castellar Filho (Presidente do Conselho Deliberativo) e o Sérgio Leonardo (Presidente do Conselho Fiscal) para que possamos entender como vamos fazer isso. A lei prevê que precisamos fazer a prestação de contas e publicação até 30 de abril. E não vamos conseguir fazer uma assembléia ordinária para essa finalidade, porque está proibido qualquer tipo de aglomeração, reunião", disse o presidente do Atlético. 

"Vamos ver como o governo deve soltar normas, porque não é só o Atlético, são várias instituições que precisam fazer a mesma coisa e que não vão poder se reunir presencialmente. Uma reunião com mais de 400 conselheiros virtual é complicado. Talvez por e-mail, mandando a prestação de contas e o conselheiro dando seu voto. Ou vamos aguardar o governo postergar essa data para uma situação em que a gente possa fazer reuniões presenciais", acrescentou Sette Câmara.