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Agente de Paulo Sousa responde Jorge Jesus: 'Ataque à ética e à dignidade'

Jorge Jesus deu ao Flamengo um prazo de 20 dias para o contratarem, mesmo o clube sendo treinado atualmente por Paulo Sousa

05/05/2022 17:58
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Jorge Jesus foi técnico do Flamengo entre 2019 e 2020
foto: AFP / CARL DE SOUZA

Jorge Jesus foi técnico do Flamengo entre 2019 e 2020


Empresário do técnico Paulo Sousa, Hugo Cajuda emitiu nota, nesta quinta-feira (5), respondendo às declarações de Jorge Jesus contra o atual treinador do Flamengo. O agente afirmou que a postura de 'JJ' foi um "ataque à ética e à dignidade" e agradeceu o apoio recebido por outros profissionais do esporte.

Jorge Jesus concedeu entrevista para o colunista Renato Maurício Prado, do UOL, e afirmou que o Flamengo tem até o dia 20 de maio para procurá-lo. Caso a diretoria rubro-negra não faça uma oferta, o técnico, que está sem clube, buscará outro destino.
 
"Quero voltar, sim. Mas não depende só de mim. Posso esperar até pelo menos o dia 20. Depois disso, tenho que decidir minha vida", disse Jorge Jesus.
 
Confira a nota completa emitida por Hugo Cajuda em resposta a Jorge Jesus:
 
"A (falta de) vergonha sai à rua 
 
Sem surpresa assistimos a mais um momento deplorável, de alguém que só estando perturbado e desesperado pode revelar tamanha falta de ética, falta de respeito e falta de profissionalismo. Apesar do seu largo histórico, a referida pessoa consegue subir muitos patamares em mais um episódio vergonhoso.
 
Esta é a continuidade do "eu" sempre a sobrepor-se ao "nós", do uso da pandemia, um tema tão grave, para justificar desastres, como o que aconteceu no Benfica, ou como justificação para abandonar o Flamengo poucos dias após renovar e num momento delicado para o clube. As justificações e as desculpas, deviam era ser dadas aos adeptos benfiquistas, por terem visto ser gastos 150 milhões de euros para conquistarem zero títulos. 
 
A referida pessoa revela uma total ausência de sentimentos para com a instituição Flamengo, ao contrário do que apregoa, porque a tentativa de desestabilizar um clube "amigo" desta forma é inaceitável. 
 
É um ataque nunca antes visto a colegas de profissão e compatriotas, mas mais do que isso é um ataque à classe dos treinadores profissionais de futebol, um ataque à ética e à dignidade.
 
Agradecemos os muitos contactos de treinadores e outros profissionais do mundo do futebol, em especial dos que trabalham no Brasil e que nos têm procurado para manifestar o seu total repúdio para com esta situação com a qual não se revêem. 
 
Deveria ser uma obrigação pessoas com esta notoriedade terem comportamentos exemplares passando mensagens positivas ao mundo, ao invés daquilo a que estamos a assistir", publicou Hugo Cajuda.
 
 

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