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Brasil mantém 7º lugar e fecha participação no Mundial de Ginástica Rítmica

Seleção fez uma campanha de destaque no Japão

31/10/2021 13:07
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Seleção Brasileira durante o Mundial de Ginástica Rítmica no Japão
foto: Charly TRIBALLEAU / AFP

Seleção Brasileira durante o Mundial de Ginástica Rítmica no Japão

O Brasil fechou o Mundial de Ginástica Rítmica neste domingo em Kitakyushu, no Japão, com uma campanha de destaque. Ficou na 7ª colocação e registrou uma inédita vaga na final do torneio.

Mesmo contando com imprevistos de última hora, a Seleção Brasileira conseguiu mostrar consistência e regularidade durante sua apresentação, com uma série praticamente cravada. Durante o treino de véspera, Vitória Guerra fraturou o quinto metatarso do pé direito e teve de ser substituída por Deborah Medrado, que mostrou confiança e ajudou o time a obter 37,650 de nota.

Treinadora do conjunto brasileiro, Camila Ferezin avaliou a participação do Brasil no país asiático e relatou como a equipe se adaptou às circunstâncias de adversidade ao longo da competição.


"Nosso planejamento era arriscar todas as dificuldades e critérios nesta final, mas, com essa troca na véspera, nosso objetivo era conseguir fazer a série sem grandes falhas. Trocar uma ginasta na em véspera de uma final foi um grande desafio na minha carreira. Uma substituição num conjunto é algo complicado, mas mostramos que estamos preparadas. Assim é que deve ser um grande time. As meninas foram resilientes e se superaram! Estamos muito felizes com essa conquista inédita. Somos o sétimo conjunto do mundo nessa série", afirmou.

Essa foi a primeira edição do Mundial de Ginástica Rítmica que contou com uma classificação por equipes (conjunto %2b individual), promovida pela Federação Internacional de Ginástica. Ficando na 8ª posição, Camila destacou o feito.

"Estar entre os oito melhores do mundo é um grande resultado para a Ginástica Rítmica do Brasil e motivo de muito orgulho para todos nós", finalizou.
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