Djokovic, Osaka, Riner, Medina e Biles não confirmam favoritismo

Djokovic queria igualar o feito da alemã Steffi Graf, campeã do 'Golden Slam', além da medalha de ouro olímpica

31/07/2021 23:58
compartilhe
Djokovic queria igualar o feito da alemã Steffi Graf, campeã do 'Golden Slam', ao reunir os quatro torneios de Grand Slam (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open), além da medalha de ouro olímpica
foto: VINCENZO PINTO/AFP

Djokovic queria igualar o feito da alemã Steffi Graf, campeã do 'Golden Slam', ao reunir os quatro torneios de Grand Slam (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open), além da medalha de ouro olímpica



Os tenistas Novak Djokovic e Naomi Osaka, o judoca Teddy Riner, o surfista Gabriel Medina e a ginasta Simone Biles desembarcaram em Tóquio com a perspectiva de conquistarem a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos e ratificarem a condição de grandes nomes do esporte na atualidade. Mas todos falharam.

O último deles foi o sérvio Djokovic, que queria igualar o feito da alemã Steffi Graf, campeã do 'Golden Slam', ao reunir os quatro torneios de Grand Slam (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open), além da medalha de ouro olímpica.

A frustração do melhor tenista da atualidade pôde ser medida na derrota frente ao espanhol Pablo Carreño Busta, quando estava na disputa do bronze. Decepcionado e irritado, Djokovic quebrou a raquete no chão.

No tênis feminino, Naomi Osaka, que acendeu a pira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos, também perdeu, demonstrando não estar recuperada do problema psicológico que a afastou do circuito mundial nos últimos meses.

Por motivo semelhante, a americana Simone Biles, apontada para herdar o lugar dos aposentados Usain Bolt (atletismo) e Michael Phelps (natação), não suportou a pressão e luta para reunir condições para se apresentar pelo menos uma vez.

No judô, a medalha de ouro conquistada por equipes, neste sábado, não diminuiu a tristeza de Teddy Riner, que buscava no Japão o tricampeonato. Dez vezes campeão mundial, o francês teve de se contentar com o terceiro lugar no pódio de sua categoria. Aos 32 anos, vai ter de estender sua carreira até 2024, em Paris, se quiser voltar a dominar os pesos pesados como fez por mais de uma década.

Outro que decepcionou foi o surfista brasileiro Gabriel Medina, que deixou o Japão com as mãos vazias, após ser apontado como medalha de ouro certa para o Brasil. Seus fãs reclamaram dos juízes, mas a verdade é que o astro das ondas não repetiu as grandes atuações que o levaram a conquistar dois títulos mundiais.

Ainda resta mais uma semana de Jogos. Muitas competições ainda serão realizadas. Resta saber quem vai ratificar a condição de favorito em sua modalidade.

Compartilhe