O Megafone em Tóquio: um podcast sobre o dia a dia da Olimpíada no Japão

Bastidores e histórias de atletas, moradores e jornalistas envolvidos em uma edição sem precedentes dos Jogos Olímpicos, marcada pela pandemia de COVID-19

18/07/2021 12:00 / atualizado em 21/07/2021 08:51
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A primeira Olimpíada sem público da história atrai, neste ano, uma atenção especial que vai além das competições. E para transportar os ouvintes aos Jogos, aos bastidores e às ruas japonesas, o jornalista do Estado de Minas e do Superesportes João Vítor Marques será nossa voz e nossos ouvidos no Japão com o podcast O Megafone em Tóquio.



Desta segunda-feira (19/7) até a Cerimônia de Encerramento, João e o jornalista Humberto Martins vão bater um papo sobre curiosidades do país oriental, hábitos do povo japonês, tecnologia, música, cultura, competições, bastidores e, claro, COVID-19. Afinal, está é a primeira edição dos Jogos Olímpicos em plena pandemia. Como isso afetará o dia a dia de provas? Essa mistura estará no podcast em clima bem descontraído.

O Megafone em Tóquio estará em todos os agregadores de segunda a sexta-feira, durante a Olimpíada. A cobertura completa do maior evento esportivo do planeta também pode ser acompanhada no Superesportes, no jornal Estado de Minas e em nossas redes sociais.

O Megafone

O Megafone é um podcast original do Estado de Minas que homenageia o megafone usado por um funcionário do jornal em 1930, durante a transmissão do Brasil na Copa do Mundo, em Montevidéu. Naquela época, as informações em tempo real da partida contra a Iugoslávia chegavam à redação via telefone e eram repassadas a uma multidão em frente à sede do jornal por meio de um megafone e um grande placar. O primeiro 'ao vivo' da história do jornal em competições esportivas.

Regras contra COVID-19 no Japão

Devido ao aumento de casos de coronavírus no Japão, as autoridades decretaram um estado de emergência em Tóquio, em vigor de 12 de julho a 22 de agosto, para evitar uma propagação ainda maior do vírus Sars-Cov-2.



O público japonês e de outros países foi vetado. Outras restrições também foram tomadas pelas autoridades japonesas. A chefe dos Jogos de Tóquio 2020, Seiko Hashimoto, disse, em entrevista coletiva, que “precisamos emitir uma mensagem que seja forte e fácil de entender para prevenir a propagação (do vírus).”

Cerca de 93 mil pessoas foram credenciadas para acompanhar os jogos, entre atletas, comissões técnicas, patrocinadores, voluntários e imprensa. A critério de comparação, o Rio de Janeiro recebeu, durante a Olimpíada de 2016, 1,17 milhão de turistas, sendo 410 mil estrangeiros. A taxa de ocupação dos hotéis ficou em 94%. Os dados são de um balanço divulgado pela prefeitura da capital fluminense.

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