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Comércio de BH se empolga com avanço do Brasil na Copa do Mundo

Donos de bares esperam um público ainda maior do que já vem tendo com a classificação do Brasil ao mata-mata, principalmente com partidas nos fins de semana

02/12/2022 20:38 / atualizado em 02/12/2022 22:16
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Torcedores assistem ao jogo entre Brasil e Camarões, na avenida Alberto Cintra, bairro União, em Belo Horizonte
foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press

Torcedores assistem ao jogo entre Brasil e Camarões, na avenida Alberto Cintra, bairro União, em Belo Horizonte

Para os comerciantes de Belo Horizonte, a Copa do Mundo vem sendo um sucesso. Bares lotados e público animado têm sido a tônica em dias de jogos do Brasil. Nesta sexta-feira (2/12), a expectativa era ainda maior, uma vez que o jogo da Seleção Brasileira serviu como abertura para o final de semana.

Proprietário de um dos bares mais tradicionais da Savassi, Odair José Gomes Melo, que investiu mais de R$ 40 mil em televisões para atender o público no Baiana do Acarajé, teve suas expectativas atendidas até o momento.

“O movimento está bom, o povo está vindo e fazendo uma festa bacana. Está todo mundo divertindo, bebendo e comendo à vontade. “, declarou.
 
Odair Jose Gomes Melo, proprietário do Baiana do Acarajé.
foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press

Odair Jose Gomes Melo, proprietário do Baiana do Acarajé.

 
 
Odair declarou já ter realizado um planejamento para atender o público neste "fim de semana prolongado", que começou com o jogo entre Brasil e Camarões,  e será estendido devido ao novo compromisso da Seleção na segunda, às 16h, contra a Coreia do Sul, pelas oitavas de final.

“A gente já organizou a equipe para poder esticar após o jogo. Quem quiser continuar nas mesas vai poder ficar, e vamos atender quem for chegando. Devemos também trabalhar até mais tarde, enquanto tiver fluxo de clientes. Na segunda, estaremos preparados para receber o público, que deve ser grande.”, disse o comerciante.

Dono do bar Vaca Loka, localizado na Rua Alberto Cintra, no bairro União, Vando Fontes se mostrou bastante empolgado com o movimento em seu estabelecimento durante a Copa. Para ele, que fez investimentos extras para atender o público, o saldo até aqui é positivo.

“A gente investiu pesado, em segurança, áudio, som, contratamos mais funcionários. Estamos preparados para receber as pessoas”, disse.
 
Vando Fontes, proprietário do Bar Vaca Loka.
foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press

Vando Fontes, proprietário do Bar Vaca Loka.

 
 
Vando relembrou os momentos em que o bar esteve fechado durante a pandemia, e declarou receber as pessoas na Copa vem sendo algo muito bom.

“Durante a pandemia a gente sofreu demais, mandamos todo mundo embora, atrasou aluguel. Esses eventos chegaram em um momento ideal, tudo que vem para trazer gente para os bares é bem-vindo. A gente investiu pesado”, completou Vando.
 

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