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Dedé se diz pronto para retornar à zaga do Cruzeiro, mas despista sobre titularidade contra o Vasco: 'Impossível responder'

Recuperado de dores na coxa, jogador prefere não entrar em detalhes sobre estratégia de jogo armada por Rogério Ceni para duelo de domingo

Redação
Dedé está novamente à disposição da comissão técnica, mas 'não sabe se vai jogar' - Foto: Alexandre Guzanshe/EM D.A Press
Recuperado de dores na coxa, o zagueiro Dedé trabalhou normalmente durante a semana e está à disposição do técnico Rogério Ceni para o jogo do Cruzeiro contra o Vasco, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva, o atleta assegurou totais condições para atuar pela equipe neste domingo, às 19h, no Mineirão. “Pronto. Estou me sentindo bem. É um momento importante para a gente tentar subir um pouco mais os pontos”.

Dedé, contudo, esquivou-se ao ser indagado se Rogério Ceni escalará força máxima ou equipe mesclada. Ele não garantiu nem mesmo se Leo, habitual companheiro de defesa, entrará em campo. “É impossível eu responder, porque não sei o que se passa na cabeça do treinador. É um treino muito mesclado, indefinido, alguns nem sequer entraram em campo com o Rogério, que está revezando muito.
É impossível dar essa resposta. Mas o importante é todos os jogadores terem uma sequência. Eu espero ter a minha. O Leo tem o mesmo pensamento, assim como todos do elenco. A sequência te dá preparo, te dá confiança. Mas a sequência de jogar com quem, se eu vou jogar, é impossível responder”.

Em outra resposta, Dedé brincou que jamais entregaria a escalação, pois os treinamentos da semana são realizados de portões fechados. “Eu tenho totais condições. Vendo no treinamento, porque é difícil falar pelos companheiros, o Leo está treinando e fazendo todos os movimentos muito bem. Mas, sendo sincero, você acha que eu ia te falar o time que ia jogar (risos)? Mas está bem, graças a Deus”.

Na quarta-feira, Dedé acompanhou pela manhã o nascimento da filha, Sophia, fruto da união com a esposa, Patrícia Gonçalves. Pai também de Gabriel, de 2 anos, o zagueiro contou com o apoio dos familiares para, no período da tarde, aprimorar o condicionamento físico e a parte técnica no Cruzeiro.

“Eu conversei com minha esposa, olhei para a minha filha e perguntei a todos os médicos se estava tudo bem. Eles deram as melhores notas para as duas. Conversei com minha esposa, e como minha sogra está aqui dando um auxílio importantíssimo para a gente, falei que era importante eu treinar, pois, na semana passada, fiquei mais parado e fiz um trabalho específico. Ela concordou com a situação. Eu vim, pois estava bem cansado, porque primeiro dia de filho é bem exaustivo.
Mas consegui treinar muito bem, fiquei satisfeito com meu treino, o Rogério atencioso com a situação, me perguntou se eu estava cansado, se eu tinha dormido. Falei que tinha dormido, mas era mentira (risos). Mas consegui treinar, nada aconteceu, e graças a Deus a semana está sendo muito produtiva tanto profissionalmente quanto do lado pessoal”.

Com relação ao duelo de domingo, Dedé não esconde o carinho que sente pelo Vasco, clube pelo qual jogou de 2009 a 2013, porém ressaltou a missão de tirar o Cruzeiro das proximidades da zona de rebaixamento do Brasileiro - 16º lugar, com 15 pontos. “É um jogo importante. Não sei se é pelo confronto com o Vasco, que já tive vários. O Vasco é um time que todos sabem do carinho que eu tenho, principalmente o torcedor vascaíno, por tudo que fizeram por mim. Mas é um jogo em que eu defendo o escudo do Cruzeiro e farei tudo para vencer. Em que puder ajudar o Cruzeiro, vou ajudar”.
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