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Cruzeiro cobra punições aos responsáveis pela morte de Moïse Kabagambe

Congolês foi assassinado a pauladas no Rio de Janeiro após cobrar diárias de trabalho no Quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca

02/02/2022 22:50 / atualizado em 02/02/2022 23:33
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Imagens captaram homens agredindo Moïse Kabagambe até a morte
foto: Reprodução

Imagens captaram homens agredindo Moïse Kabagambe até a morte


O Cruzeiro usou seu perfil no Twitter para cobrar punições aos responsáveis pela morte do congolês Moïse Kabagambe, no dia 24 de janeiro, no Rio de Janeiro. O jovem de 25 anos foi assassinado a pauladas na praia da Barra da Tijuca após cobrar duas diárias de trabalho no Quiosque Tropicália.

“O jogo vai começar… Antes disso, o Cruzeiro utiliza um de seus momentos de maior visibilidade nas redes para cobrar investigação e punições efetivas aos responsáveis pelo brutal espancamento e assassinato do congolês Moïse!”, escreveu o clube celeste na rede social antes do duelo contra o América, nesta quarta-feira, pela terceira rodada do Campeonato Mineiro.



Nesta quarta-feira, a Justiça do Rio de Janeiro determinou as prisões temporárias de Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, de 29 anos, Brendon Alexander Luz da Silva, de 21, e Fábio Pirineus da Silva, de 37, que aparecem nos vídeos agredindo Moïse Kabagambe com pedaços de pau, um bastão e um taco de beisebol.

Segundo o portal G1, Fábio tinha passagens pela polícia por ter agredido a ex-mulher e por não pagar pensão alimentícia. Já a ficha de Aleson traz crimes de extorsão, porte ilegal de armas e corrupção de menores. Brendon era o único que até então estava com o nome limpo.

A brutalidade contra Moïse Kabagambe gerou comoção nas redes sociais e pedido de justiça na resolução do caso. O congolês veio para o Brasil com a família ainda na adolescência, em 2011, após fugir de seu país, a República Democrática do Congo, castigado pela pobreza e por conflitos civis armados.

Natural da República Democrática do Congo, Moïse Kabagambe morava no Brasil desde 2011
foto: Reprodução

Natural da República Democrática do Congo, Moïse Kabagambe morava no Brasil desde 2011



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