FUTEBOL FEMININO

Bélgica apresenta candidatura para ser sede do Mundial Feminino de 2023

Além da candidatura belga, nove países querem receber torneio

postado em 19/08/2019 16:12 / atualizado em 19/08/2019 18:59

<i>(Foto: Fifa/divulgação)</i>
A Bélgica apresentou nesta segunda-feira a sua candidatura para ser sede do Mundial Feminino de futebol em 2023, que passará a contar com a participação de 32 seleções. O anúncio foi feito pela Fifa, que revelou que agora são 10 os candidatos para receber o evento.

Em julho, por causa do grande sucesso obtido no Mundial disputado na França, a entidade que dirige o futebol mundial anunciou a ampliação de 24 para 32 países participantes com o intuito de "favorecer o crescimento do futebol feminino".

Além da candidatura belga, Austrália, Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Japão, África do Sul, Nova Zelândia e Coreia do Sul (possivelmente junto com a Coreia do Norte) também demonstraram desejo em receber a competição. As federações têm até 2 de setembro para ratificar seu interesse e até 13 de dezembro para apresentar seu dossiê de candidatura. Depois, a Fifa vai publicar o relatório de avaliação em abril de 2020 e revelará a candidatura vencedora no mês seguinte.

Na edição recém finalizada, os Estados Unidos se tornaram tetracampeões mundiais ao derrotarem a Holanda na final, em Lyon, por 2 a 0. A Suécia ficou com o terceiro lugar e o Brasil foi eliminado nas oitavas de final pela anfitriã França.

Os opositores de um Mundial ampliado apontam para a diferença técnica entre as equipes, principalmente na primeira fase, como ocorreu na última edição, quando os Estados Unidos marcaram 13 a 0 diante da Tailândia.

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