Antes de apertar o gatilho, o atleta de 25 anos agradeceu ao técnico dos Chiefs, Romeo Crennel, e ao diretor geral, Scott Piolli, por tudo o que eles fizeram. O jogador não havia sido recrutado diretamente na saída da universidade, mas ganhou uma oportunidade no time e já estava em sua quarta temporada.
Segundo o capitão policial David Lindaman, Belcher e sua namorada – cujo nome não foi divulgado – começaram a discutir por volta das 7h, 50 minutos antes de ele dar “vários tiros” nela. O casal tinha uma filha de três meses, que estava na casa.
“Quando nós chegamos, uma senhora nos informou que a filha dela tinha levado vários tiros do namorado, do namorado da filha. Ela o identificou como um jogador dos Chiefs”, disse Darin Snapp, porta-voz da polícia.
Aí a polícia recebeu outra ligação, do centro de treinamento, que descrevia um atleta “com uma arma na cabeça”. A descrição batia com a da outra ocorrência, mas não houve tempo para fazer qualquer intervenção.
O Kansas City divulgou um comunicado colocando-se à disposição na investigação. A equipe receberá o Carolina Panthers em jogo marcado para este domingo, confirmado pela liga de futebol americano (NFL) apesar dos incidentes.