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Brock comenta saída de Maicon do Cruzeiro e avalia necessidade de reforços

Zagueiro também elogiou estilo de jogo implementado por Pezzolano e celebrou volta ao Mineirão

09/03/2022 13:25 / atualizado em 09/03/2022 14:14
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Eduardo Brock concedeu entrevista coletiva nesta quarta, na Toca da Raposa
foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Eduardo Brock concedeu entrevista coletiva nesta quarta, na Toca da Raposa


Zagueiro mais utilizado por Paulo Pezzolano no Cruzeiro nesta temporada, Eduardo Brock comentou a saída do companheiro de posição Maicon, que se transferiu para o Santos por não chegar a acordo salarial com a diretoria celeste. O experiente defensor lamentou a baixa no elenco, mas ponderou que o time possui boas opções para substituir o 'God of Zaga' sem ter a necessidade de contratações. 



"Foi um grande prazer trabalhar com o Maicon. Ele é uma grande pessoa, um cara bacana. Espero que seja muito bom para ele. Foi uma opção dele junto com a diretoria. Dentro do Cruzeiro, nós temos jogadores de extrema qualidade. Temos vários defensores. Se tiver que trazer alguém, isso é uma questão do Paulo e da direção. Não cabe a nós jogadores julgar isso. Mas pode ter certeza de quem está aqui tem qualidade para estar aqui e jogar no Cruzeiro. Temos uma briga sadia por posição, o que faz com que todos evoluam constantemente", declarou Brock, em entrevista coletiva nesta quarta-feira, na Toca da Raposa. 

Eduardo Brock atuou oito vezes nesta temporada, sendo cinco como titular. Ele destacou que o estilo de jogo do técnico Paulo Pezzolano exige bastante esforço físico e aprovou o rodízio elaborado pelo treinador uruguaio para manter o rendimento da equipe intenso. 

"Posso falar que o estilo dele é de muita intensidade. Isso necessita que haja troca de jogadores, pois jogamos sempre no nosso limite físico. A gente tem que ir sempre 100%, esse é o estilo. De outra forma, também faz com que o jogador se sinta importante. Todo jogador tem que saber que é importante dentro do processo, independentemente se joga ou entra depois. Isso faz com que o grupo fique homogêneo, com todos trabalhando bastante e se esforçando ao máximo. Isso faz com o que o nível cresça. E é isso fruto da administração que a comissão técnica tem, com o entendimento que todo jogador precisa estar 100%. Quando acontece essas trocas é bom para todos aqui dentro. 



Com o avanço das negociações de Ronaldo, futuro acionista majoritário da SAF celeste, com o Mineirão, o Cruzeiro voltará a jogar no Gigante da Pampulha como mandante. O retorno será neste domingo, às 17h30, contra o Pouso Alegre, pela décima rodada da fase classificatória do Campeonato Mineiro. Após três jogos no Independência, Eduardo Brock gostou da troca do estádio e convocou o apoio da torcida. 

"O Mineirão é a casa do Cruzeiro, sempre foi. Os grandes feitos do Cruzeiro foram sempre no Mineirão. Claro, hoje a gente enfrenta todo tipo de campo e adversidade. Se a gente for jogar no Independência, vamos procurar jogar futebol da nossa maneira. Não cabe a nós ter uma preferência de estádio. Mas, jogando nos dois estádios, eu vejo o Mineirão com um gramado melhor, mais úmido, o que para o nosso futebol é melhor e facilita o que o técnico pede. Fico feliz em voltar ao Mineirão. E, se a torcida gosta, que ela se faça mais presente, porque isso é muito importante. Um dos grandes fatores desse ano é a volta da torcida, que vem nos ajudando bastante. Isso faz com o que o Cruzeiro se fortaleça e melhore cada vez mais", concluiu. 






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