"Nós fizemos três gols, mas só valeram dois. Um lance como este pode mudar toda a história de um jogo. Desta vez o juiz interferiu diretamente no resultado, por isso achei o resultado injusto. Mas vamos considerar isso como um erro de jogo", afirmou Levi, lembrando do lance em que Gum cabeceou em posição legal.
O conforto foi saber da situação delicada do time gaúcho, que atingiu a marca de 11 rodadas sem vitórias. "Nós sabemos da força e da tradição do Internacional e sabemos que é difícil jogar quando está sob pressão. Mas nós temos que pensar na gente", completou.
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"O Fluminense está na frente da maioria dos seus adversários porque mantém uma mesma formação. Em outros clubes chega um craque e ele precisa ser escalado logo em seguida. Os que saem derrubam o conjunto da equipe. É a cultura que vivemos dentro do futebol brasileiro. Uma derrota forma um clima de pressão capaz de derrubar técnico, jogador e até presidente. Esta cultura nivela a força dos clubes, a ponto de o lanterna América-MG vencer o Santos que está brigando pela liderança", explicou, ao citar o resultado surpreendente, na manhã de domingo.
Levir aposta no crescimento da equipe carioca no segundo turno. "Nos últimos jogos nós chutamos a gol de 10 a 15 vezes por jogo e as bolas estão entrando mais. A tendência é de crescimento", afirmou o técnico. O Fluminense começa o returno diante do América, no próximo domingo, às 11 horas, em Cariacica (ES).

