A transição ocorre até 1 de janeiro, quando Rueda, o vice-presidente José Carlos de Oliveira e os demais membros do Comitê de Gestão assumem oficialmente.
"Até 31/12 quem dirige o clube é Orlando Rollo. Quando sentarmos lá, vamos equacionar e ver no momento a situação do Robinho. A apelação dura um ano, não podemos ficar amarrados sob absolvição ou não. Para mim, assunto está encerrado a partir do momento que ele foi condenado em segunda instância", disse Rueda.
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A decisão de Orlando Rollo foi de manter o contrato suspenso até a "terceira instância".
"O contrato do atleta segue suspenso e o clube aguarda a terceira instância da Justiça italiana", foi o breve posicionamento do Santos.
O julgamento desta semana ocorreu pouco mais de três anos depois da condenação, em novembro de 2017. À época, a decisão foi, também, de nove anos de prisão por violência sexual dm grupo.
Robinho e Ricardo Falco, amigo do atacante, foram condenados por abusar sexualmente uma jovem albanesa em janeiro de 2013 na boate Sio Café, em Milão.
O jogador está no Brasil e foi representado por advogados italianos. A alegação é de que a mulher, hoje aos 30 anos, consentiu naquela noite, mesmo com a ingestão de bebidas alcoólicas. Ela, em contrapartida, afirma ter sido abusada. A defesa não foi aceita.
Robinho foi anunciado como reforço do Santos, mas teve o contrato até 28 de fevereiro suspenso. A decisão ocorreu depois da divulgação de conversas interceptadas e sinalização de rescisão dos patrocinadores.


