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Djokovic volta a ser detido por não ter se vacinado contra COVID-19

Visto do tenista sérvio foi cancelado pela segunda vez pelo governo da Austrália

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Djokovic ficará preso enquanto a Justiça examina sua deportação
foto: Brandon MALONE / AFP

Djokovic ficará preso enquanto a Justiça examina sua deportação


O número um do tênis mundial, Novak Djokovic, foi detido novamente neste sábado (15), em Melbourne, a dois dias do início do Aberto da Austrália, primeiro Grand Slam da temporada de 2022. Ele ficará preso enquanto a Justiça examina sua deportação por não ter se vacinado contra a COVID-19. 

O visto do tenista sérvio foi cancelado pela segunda vez pelo governo australiano. A expulsão do país, porém, não aconteceu imediatamente. A Justiça vai se manifestar sobre o recurso apresentado pelos advogados do atleta. 

O receio das autoridades australianas é que a presença do número um do mundo no país, sem ter se vacinado, possa mobilizar o sentimento antivacina. 

Neste domingo (16), um dia antes do início do Australian Open, haverá uma nova audiência. Os advogados do sérvio vão contestar as razões do ministro da Imigração da Austrália, Alex Hawke, para o cancelamento do visto de entrada de Djokovic. Nick Wood, um dos representantes do tenista, declarou que a decisão do político foi "patentemente irracional".

"O Aberto da Austrália é muito mais importante do que qualquer jogador", disse o tenista Rafa Nadal ao comentar sobre a situação de Novak Djokovic. "O Australian Open será um grande Australian Open com ou sem ele", concluiu o espanhol.

O principal objetivo de Djokovic, de 34 anos, é disputar o Aberto da Austrália, mas sua presença no torneio ainda não está garantida. Ele está desde o dia 5 em Melbourne e quer ir na busca de seu 21º troféu de Grand Slam.


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