Em momento complicado na Superliga Masculina, com sequência negativa de seis derrotas, a UFJF terá um difícil compromisso para tentar interromper o incômodo jejum de triunfos. O time de Juiz de Fora encara o Sesi, atual campeão e na briga pelo bi, neste sábado, às 17h, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo.
A UFJF não vence desde 11 de janeiro, quando bateu o Olympico Londrina, por 3 sets a 1, no Moringão, no Paraná. Depois, foram seis derrotas consecutivas, o que deixou a equipe mineira em situação delicada na classificação. Com apenas 10 pontos (três vitórias), a Universidade ocupa a vice-lanterna, à frente apenas do Olympico Londrina.
O Sesi chegou a liderar a Superliga, não manteve a ponta, mas ainda está na briga. Com 28 pontos (nove vitórias), o time paulista viveu momento instável, com três derrotas seguidas, mas se recuperou nas últimas rodadas, com triunfos sobre Rio de Janeiro (3 a 1), no Maracanãzinho, e Volta Redonda (3 a 0), em casa. A equipe do técnico Giovane Gávio espera manter o embalo para recuperar a primeira posição.
Apesar da sequência negativa, o técnico da UFJF, Maurício Bara, mantém o otimismo na reação. Ele considera que o time evoluiu desde o duelo contra o Sesi pelo turno, quando a equipe paulista ganhou por 3 a 0, em Juiz de fora. “Estávamos nos encontrando em quadra ainda. Agora nosso grupo está com ritmo e vamos com tudo para cima deles”, projetou.
Além de encarar o vice-líder, fora de casa, a UFJF ainda perdeu a sua principal opção ofensiva. O ponteiro Clinty sofreu uma contusão nas costas e ainda está com virose. Assim, a comissão técnica preferiu não relacioná-lo para a viagem. “Vamos jogar mais soltos. Enfrentaremos uma grande equipe, mas podemos surpreender”, afirmou o treinador da Universidade.
Do lado paulista, o fato de enfrentar um adversário em momento ruim não é levado em consideração. Mesmo diante do vice-lanterna, o Sesi quer evitar um resultado inesperado em casa. “Temos que estar atentos a todos os detalhes. A UFJF é uma equipe com peças muito experientes, como o Jardel e o Folle, que estão acostumados a jogar partidas intensas e levar o jogo até o fim, por isso nós não podemos bobear”, alertou.
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