Cruzeiro recebe consultas de clube japonês, Bahia e Fortaleza por Airton

Raposa aguarda, agora, oferta oficial de um dos interessados pelo atacante

19/07/2021 19:20 / atualizado em 19/07/2021 19:59
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Airton poderá deixar o Cruzeiro nos próximos dias
foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Airton poderá deixar o Cruzeiro nos próximos dias

O Cruzeiro recebeu, nas últimas semanas, pelo menos três consultas pelo atacante Airton, de 22 anos.

Do Brasil, conforme apurou o Superesportes com pessoas ligadas ao jogador, Fortaleza e Bahia sondaram as condições de um eventual negócio. Uma equipe japonesa também sinalizou interesse. Os mineiros teriam preferência pelas tratativas com clubes estrangeiros.

Todas as possíveis ofertas, que ainda não existem no papel, indicam empréstimo com passe fixado. À Rádio Itatiaia, que noticiou inicialmente a possibilidade de saída do jogador, o empresário de Airton, Alex Rodrigo, confirmou que existem negociações em curso para uma transferência iminente. O Cruzeiro tem como política não comentar oficialmente.

Airton ficou fora da lista de relacionados do Cruzeiro para o jogo diante do Remo, nesta terça-feira, às 19h, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Embora não seja titular absoluto com Mozart, o jovem atacante é utilizado com frequência durante as partidas. 

Desde a chegada do treinador à Toca da Raposa II, no início de junho, Airton participou de sete jogos - três como titular e quatro como suplente. No total são 57 jogos e seis gols com a camisa celeste. O atacante chegou ao clube mineiro em janeiro de 2020. 

Desde que contratou o atacante Keké, que está em recuperação de cirurgia no pé e tem retorno estimado para o início de outubro, o Cruzeiro já admitia a possibilidade de perder um de seus pontas. Além de Airton, Mozart tem à disposição Bruno José, Felipe Augusto, Wellington Nem, Dudu e Stênio.

Procurado, o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, elogiou Airton, mas desconversou sobre a chance de contratá-lo neste momento. Já o executivo de futebol do Bahia, Lucas Drubscky, afirmou que não comenta sobre atuação no mercado da bola em função da 'política institucional do clube'.

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