Vôlei

SUPERCOPA FEMININA DE VÔLEI

Em clima de revanche, Praia Clube e Minas se reencontram na Supercopa

Rivais mineiros decidem título às 21h30, no Sabiazinho, em Uberlândia

postado em 01/11/2019 08:03

<i>(Foto: Luísa Gonçalves/Divulgação)</i>
Minas e Praia decidem nesta sexta-feira, a partir das 21h30 (SporTV2), no Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia, o título da Supercopa Feminina de Vôlei. A competição reúne os campeões das principais competições nacionais, Superliga e Copa Brasil. Como o MTC venceu os dois torneios, o Praia, que foi vice em ambos, ganhou o direito de participar da disputa. O clássico terá três jogadoras que foram medalhistas de ouro nos Jogos Olímpicos Pequim'2008: Sheilla e Thaísa, do Minas, e Walewska, do Praia.

“Não é nenhum absurdo afirmar que Minas x Praia é hoje o maior confronto do vôlei feminino nacional, e, além do mais, é uma rivalidade mineira”, concordam as três jogadoras. Curiosamente, duas delas têm suas trajetórias interrompidas nas duas equipes. Sheilla havia parado a carreira, depois dos Jogos Olímpicos Rio'2016, por causa da gravidez e retorna agora ao Minas. Já Walewska, que foi campeã da Superliga com o Praia, em 2018, se transferiu, por uma temporada, para o Osasco e está voltando agora.

“Estou muito feliz porque a temporada realmente começa com a Supercopa. Vai ser um jogo difícil e será muito importante para a construção do nosso time. Vivo um momento de muita alegria por estar de volta ao vôlei e ao Minas. Teremos várias competições essa temporada e a nossa equipe está preparada para os desafios”, disse Sheilla. Thaísa, por sua vez, também está em sua segunda passagem pelo clube. A primeira, no início da carreira, foi em 2005. “Estou feliz em voltar, pois me identifico muito com o Minas e Belo Horizonte.”

Walewska, que é de BH e começou a jogar no MTC, fala da paixão que passou a ter pelo Praia depois de sua primeira passagem por lá. “Minha identificação com o projeto do Praia Clube foi imediata. Estou na quarta temporada defendendo um projeto que se aperfeiçoa a cada ano. É uma equipe que busca novos desafios e conquistas e foi muito bom acompanhar o crescimento ao longo desse tempo, ainda mais porque estive presente. No meu retorno, sinto que a busca não parou por aqui. O jogo será o início da construção de uma história de conquistas nessa temporada.”

<i>(Foto: Divulgação/Minas)</i>


As duas equipes estão bastante modificadas em relação à final da Superliga, em abril desse ano. O Minas, além de ficar sem o técnico italiano Stefano Lavarini – foi substituído por seu compatriota, Nicola Negro –, não conta mais com as ponteiras Gabi e Natália, assim como a meio de rede Mara.

Além de Sheilla e Thaísa, o MTC contratou três ponteiras, a norte-americana Deja, a venezuelana Acosta e Kasiely, e a meio de rede Vivian. Permaneceram as levantadoras Macris e Bruninha, as meios de rede Carol Gattaz e Laura, a ponteira Lana, a oposto Bruna Honório, e as líberos Leia e Luanna.

O Praia, que também tem o retorno da levantadora Claudinha, integrante do time campeão da Superliga em 2018, junto com Walewska, manteve a oposto norte-americana Nicole Fawcett, as ponteiras Fernanda Garay e Michelle, as centrais Carol e Fran, as líberos Suelen e Laís, e a levantadora Ananda. Foram contratadas a oposto Monique e as ponteiras Pri Dairot e a dominicana Martínez.

REVANCHE

O jogo desta sexta-feira tem gosto de revanche para as duas equipes. Para o Praia, por ter perdido as duas disputas de títulos nacionais, na temporada passada, para o maior rival. Para o Minas, a chance de devolver a derrota por 3 a 0, em Sete Lagoas, no último dia 19, na final do Desafio Minas-Rio de Vôlei Feminino, promovido pela Federação Mineira de Vôlei (FMV).

Os ingressos estão à venda no ingressorapido.com . Os valores são R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada).

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