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Brasil faz semifinal da Liga das Nações contra a Sérvia neste sábado

A partida em Ancara, na Turquia, vale vaga na decisão e será mais uma prova de fogo para a renovada equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães

15/07/2022 13:15 / atualizado em 15/07/2022 13:33
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A oposta Kisy, atleta do Minas, é um dos destaques da nova geração do Brasil
foto: FIVB/Divulgação

A oposta Kisy, atleta do Minas, é um dos destaques da nova geração do Brasil

O Brasil terá mais um jogo decisivo pela Liga das Nações feminina de vôlei neste sábado (16), a partir das 9h (de Brasília), na semifinal contra a Sérvia. A partida em Ancara, na Turquia, vale vaga na decisão e será mais uma prova de fogo para a renovada equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães.

Entre as 14 jogadoras da Seleção Brasileira feminina que disputam a fase final da Liga das Nações, três participam pela primeira vez de uma competição com a equipe adulta: a oposta Kisy, de 22 anos, e a centrais Julia Kudiess, de 19, e Lorena, de 22.

"Agradeço ao grupo pelo aprendizado que tive em toda a Liga das Nações. A vitória contra o Japão foi muito especial. Foi muita entrega de todas as jogadoras, comentou Kisy.

A oposta diz o que esperar do confronto pela semifinal: "Sabemos que a Sérvia vai ser um adversário difícil, é um sistema de jogo completamente diferente do Japão. Elas têm uma equipe alta, com um bloqueio pesado e um ataque forte. É um jogo parecido com o nosso, mas estou confiante na nossa equipe".

Na fase classificatória, o Brasil venceu a Sérvia por 3 a 0, em Brasília.  Julia Kudiess, no entanto, ressalta: "Semifinal é outra história. Precisamos sacar muito bem e ser eficientes nos contra-ataques".

Lorena, por sua vez, comemora chegar à fase decisiva logo em sua primeira competição na equipe adulta. "Estou vivendo muitas experiências novas nessa temporada. É minha primeira Liga das Nações e quero muito chegar a final."
 

O que espera José Roberto Guimarães 


O técnico do Brasil José Roberto Guimarães destacou o saque das europeias na vitória por 3 a 2 sobre os Estados Unidos, na fase anterior.

"A Sérvia sacou muito bem contra os Estados Unidos e foi muito eficaz na relação entre o bloqueio e a defesa. Elas têm jogadoras experientes e habilidosas, acostumadas com as bolas altas. São atacantes de força", afirmou.

Ele diz como deve ser a atuação da equipe brasileira neste sabado: "Vamos precisar de um saque eficaz para quebrar o passe e evitar que as centrais entrem na partida. A equipe tem saído bem de momentos de dificuldade e isso é muito importante, assim como sustentar a pressão em momentos decisivos".


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