Os cinco meses de extensão correspondem ao período no qual ele ficou em tratamento de uma lesão no tornozelo esquerdo. Os contratos firmados entre a diretoria celeste e seus jogadores preveem esse tipo de prorrogação em caso de longas contusões.
“O Wallyson pode ter seu contrato prorrogado com a gente por até cinco meses”, confirma ao Superesportes o diretor de futebol celeste, Dimas Fonseca.
Atualmente, os direitos de Wallyson são divididos entre HAZ (50%), Cruzeiro (30%, a título de vitrine), jogador (10%) e Flávio Anselmo, empresário potiguar (10%).
Cautela quanto ao retorno e a possível investimento
Questionado sobre a possibilidade de fazer um investimento financeiro para manter Wallyson por mais tempo na Toca da Raposa II, Dimas Fonseca mostrou cautela.
“Temos que ver como vai ser o retorno dele, se vai ser nas mesmas condições de quando ele se machucou. Além disso, precisamos definir o vencimento do contrato dele”, explica.
O Cruzeiro já havia divulgado que tinha a possibilidade de adquirir 20% de Wallyson por um valor previamente fixado. O empresário Gustavo Arribas, no entanto, desconhece tal cláusula. Além disso, ao Superesportes, ele já revelou que, em caso de uma boa proposta de venda, a equipe celeste é obrigada a liberar o seu velocista.
O diretor de futebol celeste aposta em um bom relacionamento com Gustavo para contornar a situação. “Existe um valor mínimo para que o Cruzeiro seja obrigado a liberá-lo ou então cobrir a proposta. Mas o Gustavo é amigo e tem boa relação conosco”.