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Aliados de Wagner Pires são hostilizados por torcedores do Cruzeiro na Sede Campestre; assista

Vittorio Galinari e Alexandre Comoretto foram alvos de críticas neste sábado

postado em 15/02/2020 17:57 / atualizado em 16/02/2020 08:20

(Foto: Reprodução/Redes sociais)

Mais um episódio de clima hostil entre torcedores do Cruzeiro e correligionários do ex-presidente Wagner Pires de Sá foi registrado na manhã deste sábado, na Sede Campestre do clube, no bairro Santa Branca, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Vídeos que circulam nas redes sociais e em grupos de Whatsapp - aplicativo de mensagens -, mostram os ex-funcionários Vittorio Galinari e Alexandre Comoretto, ambos muito ligados ao ex-mandatário, sendo cobrados por outros torcedores. Não há qualquer imagem de agressão física. 

Um dos vídeos mostra Gaúcho, apelido de Comoretto, sentado em uma mesa de pôker. Ele é defendido por uma mulher, enquanto recebe ataques verbais de outros cruzeirenses. O associado, que durante a gestão de Wagner ficou responsável pela articulação política no Conselho Deliberativo, ouviu xingamentos como ‘safado’ e ‘filho da puta’. Ele não demonstra qualquer tipo de reação, nem quando é atingido por um líquido - aparentemente cerveja.

Na mesma mesa, também está sentado um homem com a camisa escrita “Wilmer”. Trata-se de Wilmer Mendes, ex-gerente de futebol de base, e conselheiro remunerado durante todo período da administração de Wagner Pires de Sá. Ele é filho de Wilmer Santa Luzia, conselheiro benemérito, ex-presidente do Conselho Deliberativo, e um dos grandes aliados de Wagner.

Em outro vídeo, o alvo é Vittorio Galinari, responsável pela administração dos clubes sociais do Cruzeiro entre 2018 e 2019. “Você manchou nossa história”, diz um torcedor ao conselheiro. “A Salomé morreu por causa de vocês”, dispara outro. Galinari rebate dizendo que trabalhava no clube e não no futebol, departamento administrado por Itair Machado

Galinari é um dos responsáveis por tentar apresentar ao presidente interino do Cruzeiro, José Dalai Rocha, um suposto xeque árabe interessado em comprar o departamento de futebol do Cruzeiro. A iniciativa virou piada nas redes sociais e também foi motivo de chacota no clube, neste sábado. Um cruzeirense se vestiu de xeque para provocar o associado.



*Reportagem atualizada para correção de informações às 18h35 de 15/02/2020

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