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Adilson foi contratado pelo Cruzeiro para as três últimas rodadas da Série A. Ele tinha a missão de salvar o time do rebaixamento. Entretanto, as derrotas para Vasco (1 a 0), Grêmio (2 a 0) e Palmeiras decretaram a queda à Série B, em 17º lugar, com 36 pontos.
Em entrevista depois do revés para o Palmeiras, no último domingo, Zezé Perrella isentou Adilson de culpa pela queda à segunda divisão e garantiu a permanência dele no comando da equipe em 2020.
“Quero agradecer ao Adilson por ter aceitado esse desafio, mesmo sabendo que era muito complicado. Ninguém tem o direito de dizer que o Adilson tem qualquer parcela de responsabilidade nisso. Você tentou, fez o que pôde. Talvez se viesse antes, a situação seria outra”, declarou, no último domingo.
“Quero agradecer ao Adilson por ter aceitado esse desafio, mesmo sabendo que era muito complicado. Ninguém tem o direito de dizer que o Adilson tem qualquer parcela de responsabilidade nisso. Você tentou, fez o que pôde. Talvez se viesse antes, a situação seria outra”, declarou, no último domingo.
Entretanto, Perrella foi destituído da função de gestor de futebol do Cruzeiro na manhã desta quinta-feira
. O presidente Wagner Pires de Sá nomeou Márcio Rodrigues, vice-presidente estatutário na administração de Gilvan de Pinho Tavares, como novo responsável pela pasta.Com a saída de Zezé, a continuidade de Adilson Batista na Toca não está garantida. Reunião na tarde desta quinta entre integrantes da diretoria deve definir o futuro do treinador, que, contando a primeira passagem, contabiliza 173 partidas à frente do Cruzeiro: 97 vitórias, 34 empates e 42 derrotas.