O caso em que Jon Jones foi autuado ocorreu em março deste ano. Ele foi multado por praticar um ‘racha’ nas ruas de Albuquerque, mas alegou que apenas acelerou o carro para responder a fãs que o reconheceram e acenaram. O lutador ainda recebeu mais quatro infrações por causa de problemas com o veículo.
O problema maior para ‘Bones’ foi uma discussão com um oficial de trânsito, que o multou por prática de ‘racha’. O lutador do UFC não aceitou a acusação e acabou detido sob custódia por violar a condicional, devido ao desacato. Ele foi liberado para o duelo contra Ovince Saint Preux no UFC 197, em abril, que valeu a Jon Jones o cinturão interino dos meio-pesados. Mas teve que comparecer ao tribunal nessa quinta-feira, quando se declarou culpado por modificar o sistema de exaustão do veículo. O atleta ainda se desculpou pelas ofensas ao oficial de trânsito.
A lista de problemas de Jon Jones fora do octógono começou com caso de doping por cocaína, em dezembro de 2014, e teve ainda passagem pela polícia depois de se envolver em um acidente de carro em Albuquerque, em abril do ano passado, que resultou em lesão em uma grávida de 20 anos. O lutador foi suspenso por um ano, teve o cinturão linear retirado pelo UFC e acabou condenado a 18 meses de liberdade condicional, além da prestação de serviços comunitários durante 72 horas.
Jon Jones tentaria recuperar o cinturão linear contra Daniel Cormier no UFC 200, no dia 9 de julho passado, em Las Vegas. Entretanto, 'Bone' foi flagrado em exame antidoping fora de competição, realizado em 16 de junho, e testou positivo para as substâncias clomiphene e letrozole, dois bloqueadores de estrogênio que estão na lista de vetos da Agência Antidoping dos EUA, a USADA, parceira do UFC no controle dos atletas. Retirado do evento, ele foi substituído por Anderson Silva, que perdeu para DC por decisão unânime, em duelo com peso combinado e sem valer cinturão.