Os nomes são mantidos em sigilo. O volante Richarlyson voltou a comentar sobre a possibilidade de seu irmão, o atacante Alecsandro, do Inter. Maluf não comenta: “Não tem nada, não vamos falar em possíveis nomes. Cada vez que a gente fala, dificulta. Com certeza, vamos repor a saída do Tardelli”, disse. “O sucesso da contratação é você não falar nada. Já me ligaram de Porto Alegre querendo intermediar o negócio do Alecsandro, e se torna ruim. É o papel de vocês (imprensa), mas quero que entendam. Todas as contratações que fizemos foi porque ficamos calados”, acrescentou.
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Maluf defendeu a venda de Diego Tardelli ao Anzhi, que pagou cinco milhões de euros (R$ 11,5 milhões) pelos 62,5% dos direitos que pertenciam ao Galo.
“A proposta era muito boa para o clube. O Tardelli tinha mais um ano e meio de contrato e na próxima janela já poderia assinar pré-contrato com qualquer equipe. Mesmo assim, o presidente deixou nas mãos dele. A proposta era irrecusável para ele. Você tem que analisar o pai de família, a idade, a possibilidade de fazer poupança financeira, e para o clube também. Cabe a nós sermos criativos e fazermos essa reposição. O Atlético não vendeu nenhum desses jogadores por problemas financeiros. Mas tem momentos que você tem que tomar decisão. E tenho certeza que o Atlético tomou a decisão certa”, disse.
A saída do artilheiro do time não preocupa Eduardo Maluf: “Se pensarmos que o Tardelli é insubstituível, temos que arrumar nossa mala e ir embora. O clube é forte e vai fazer de novo outro artilheiro. Não choramos a saída de jogadores”, disse Maluf. “O torcedor tem que ficar tranquilo, porque tinha muitos anos que o Atlético não figurava na parte boa do jornal. Hoje, é um clube que tem estrutura, paga e conta com grandes jogadores que querem jogar aqui. O próximo passo é conquistar títulos e revelar jogadores”, acrescentou.