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Técnico do Cruzeiro e preparador de goleiros cobram Atlético valores que, somados, ultrapassam R$ 1 milhão

Ex-profissionais do clube alvinegro levaram casos para a Justiça

postado em 03/12/2020 09:13

(Foto: Fernando Torres/CBF)
O treinador Fabrício Cardoso e o preparador de goleiros William de Castro acionaram a Justiça do Trabalho em causas que, somadas, cobram R$ 1.038.869,96 do Atlético. Os dois profissionais trabalharam no clube e deixaram a Cidade do Galo há alguns meses.

William de Castro foi contratado em 1999 e demitido em 2019 pelo Atlético. Ele chegou a ser preparador de goleiros da equipe profissional, mas passou a integrar o departamento de base em 2012, quando o Atlético contratou Chiquinho para o time de cima. Atualmente, trabalha no Cuiabá.

No processo contra o Atlético, o profissional cobra R$ 791.163,54. O valor se refere, entre outras questões, a horas extras e honorários sucumbenciais. O caso está em tramitação na 6ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte.

O Atlético está no prazo para apresentar a defesa à Justiça. Responsável pelo caso, o juiz Alexandre Wagner de Morais Albuquerque agendou uma audiência conciliatória entre as partes para o dia 1º de fevereiro de 2021.

Técnico do Cruzeiro


Fabrício Cardoso, que atualmente comanda o time sub-15 do Cruzeiro, trabalhou no Atlético entre março de 2015 e janeiro deste ano. Ao longo da trajetória na Cidade do Galo, foi observador técnico e treinador.

No processo contra o Atlético, o profissional cobra R$ 247.706,42. A quantia se refere, entre outros pedidos, a horas extras, intervalo interjornada, trabalho aos domingos e feriados e acúmulo de funções.

O caso está em julgamento na 43ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte. O juiz Alexandre Reis Pereira de Barros, responsável pelo julgamento, marcou a primeira audiência entre as partes para a próxima segunda-feira.

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