Saiba mais

Wanderlei Silva levanta suspeita de manipulação em luta entre McGregor e Mendes: 'Foi falsa' 
UFC processa Wanderlei Silva por declaração sobre lutas compradas na organização 
Dana White ironiza cutman demitido: 'Não precisaria ter ligado, pois não éramos amigos' 
Patrocinadora se exime de culpa sobre demissão de cutman do UFC e atletas reagem no Twitter
Em texto no Instagram, Wanderlei Silva criticou a atitude do UFC em demitir o cutman e ainda acusou a organização de armar os resultados de acordo com seu interesse.
“Demitiram Stich por se posicionar contra esse roubo que está sendo feito contra os atletas. Aí pergunto, porque não me demitem? Já disse que não quero e não vou trabalhar mais pra esse evento, e não me demitem. Eles não têm respeito por ninguém. Já deixei bem claro pra vocês que não luto nunca mais e pra esse evento: UFCirco! Lutas compradas, e posso provar. Ainda não soltei a bomba. Não falei tudo o que sei”, escreveu o Cachorro Louco, que ainda emendou com outro post.
“Ou você faz o que eles mandam ou é demitido. Não desisto enquanto não liberarem os atletas. Esse promotor está acabando com nosso esporte, tem lutador voltando a trabalhar pra sustentar a família pois não consegue viver somente do esporte. Já tentaram me comprar, mas não estou e nunca estive a venda. Vou lutar até o fim para desmascarar esses promotores que estão iludindo o povo! Está virando WWE com lutas armadas!”
Wanderlei Silva foi banido de eventos de MMA em Las Vegas pela Comissão Atlética de Nevada, depois de ter se recusado a fazer exame antidoping surpresa antes da luta contra Chael Sonnen, que estava marcada para o UFC 175 e nunca ocorreu. Em audiência, em junho do ano passado, o brasileiro alegou que tomara um diurético e acabou punido ainda com pagamento de multa de US$ 70 mil – ele conseguiu revogar a decisão na Justiça dos EUA. Afastado do UFC desde então, ele disparou críticas contra a organização nas redes sociais, mesmo com contrato em vigor.