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Salum admite mudança no perfil de contratação do América em caso de acesso à Série A

Diretoria e comissão técnica já discutem o planejamento do clube para a próxima temporada

postado em 05/12/2020 10:00 / atualizado em 05/12/2020 10:08

(Foto: Daniel Hott/América)
 
Faltando 13 rodadas para o final da Série B do Campeonato Brasileiro, o América já deu início ao planejamento para a temporada seguinte. Integrante da zona de classificação à Primeira Divisão, o Coelho estuda a possibilidade de mudar o perfil de contratações caso o acesso seja confirmado. 
 
Ao programa Bastidores, da Rádio Itatiaia, o presidente Marcus Salum disse que trabalha com o cenário de fazer ‘um projeto diferente’. Isso porque o América segue com os planos de modernização para se tornar um clube-empresa. 
 
“Se América subir, e se nós não tivermos o clube-empresa e tivermos que trabalhar neste orçamento, nós temos que mudar um pouquinho o perfil dos nossos atletas. Não dá para investir em atleta veterano, vamos ter que fazer um projeto diferente. Isso já foi discutido internamente entre eu, o Bracks e o Lisca”, disse Salum. 
 
“Tenho que lidar com todas as possibilidades. Com a permanência na Série B, com a subida para a Série A, com a classificação para a final da Copa do Brasil. Tenho que trabalhar com o sim e com o não, mas com os pés no chão. Nós sabemos dos nossos problemas”, completou.
 
Nessa sexta-feira, o clube anunciou que será assessorado pela consultoria global Ernest & Young (EY) para atrair investidores. A continuação do aprimoramento do organograma contará agora com o auxílio da consultoria Tailor, especializada em recrutamento executivo, para ser preenchido pelos melhores profissionais do mercado. 
 

'Projeto inovador'

 
O América quer fazer diferente caso o acesso à elite do futebol nacional se confirme ao final desta temporada. Segundo Salum, o clube planeja a execução de um projeto inovador, porém, ressalta a importância de garantir - primeiramente - a vaga na Série A. 
 
“Então, se o América for para a Série A e não tiver o clube-empresa, o projeto Série A será mais inovador. Não vai seguir a fórmula dos veteranos e de resto da Série A. Vamos fazer uma coisa bem diferente. Mas está muito longe ainda, faltam 13 jogos e precisamos de 20 pontos, no mínimo”.

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